*A humanidade está avançando – reflexões depois de Purim, diante da guerra com o Irã| Rav Shmuel Eliahu**Tradutores: David Babayoff, Fábio Erlich e Yeshayahu Fuks*A guerra que hoje travamos contra o Irã é um importante teste para medir o progresso da humanidade. Quem leu a Meguilá (o Livro de Ester) neste ano percebeu como a guerra atual contra os inimigos de Israel que querem destruí-lo se parece com a guerra descrita na Meguilá. Podemos encontrar paralelos em nossos dias para Haman, para Assuero (Achashverosh), para Mordechai e para Ester — e até para Charvoná. O mais importante, porém, é procurar exatamente as diferenças, aquelas que revelam a mudança positiva que a humanidade atravessou desde então até hoje.Basta lembrar que, na Meguilá, Ester precisou pedir a Assuero que fizesse o óbvio: anular o decreto ilegal de extermínio que havia sido promulgado com o seu próprio respaldo. O pedido de Ester não foi suficiente, e ela teve que cair aos seus pés, implorando. Quando essa queda humilhante não ajudou, ela chorou diante dele. Quando nem o choro da rainha o comoveu e ele endureceu o coração, ela continuou suplicando até que finalmente recebeu de seu marido aquilo que deveria ser evidente: a autorização para que os judeus se defendessem de quem queria assassiná-los junto com suas famílias.Se Donald Trump ocupa o lugar de Assuero nessa história, é fácil ver que Israel não precisa implorar diante dele como fizemos diante de Biden. Não é necessário cair a seus pés nem chorar. Ele envia porta-aviões, uma frota inteira de navios, aviões-tanque, submarinos e milhares de soldados americanos envolvidos numa guerra cujo objetivo é esmagar a perversidade iraniana.Também é importante lembrar que, além de Charvoná — que seja lembrado para o bem —, não havia na Meguilá pessoas que protestassem contra as intenções assassinas de Haman. Todos os povos ficaram de lado e permaneceram em silêncio, exatamente como permaneceram durante o Holocausto. Hoje, os povos da Europa e os países do Golfo unem forças com os Estados Unidos contra o reino do mal representado pelo Irã. Nem todos na mesma medida, nem todos desde o início — e provavelmente mais por ódio a Haman do que por amor a Mordechai.Todos esses países lutam hoje ao lado dos Estados Unidos contra o eixo global do mal liderado pelo Irã. No passado, porém, nenhum deles disse uma palavra quando foi decretado o extermínio dos judeus, seja nos dias de Haman, seja nos dias de Hitler. Também os Estados Unidos da América permaneceram à margem durante o Holocausto, sob a liderança do presidente Roosevelt. Naquele período terrível, praticamente todos os países da Europa colaboraram direta ou indiretamente para a destruição dos judeus europeus. Nos dias de Haman, ninguém se colocou ao lado do povo judeu — preferiram se curvar diante dele.Desde então até hoje, o mundo passa por um grande processo de correção. Até mesmo o chanceler da Alemanha entende que o Estado de Israel está na linha de frente da luta das forças da luz contra as forças das trevas. Ele compreende aquilo que os alemães e outros povos não entenderam na época de Hitler: os judeus não saciariam o apetite de Hitler. Depois deles, ele exploraria e esmagaria todos os outros povos, um após o outro. Quem ama o dinheiro nunca se farta de dinheiro.Da mesma forma, os povos silenciosos nos dias de Mordechai e Ester não entenderam aquilo que Assuero percebeu: o sonho de Haman era cavalgar pelas ruas de Shushan, vestido com roupas reais e com a coroa na cabeça. Depois que os judeus caíssem a seus pés, todos os outros povos também seriam pisoteados por ele — pois Haman não se contentaria apenas com a queda deles diante de si.Pelo caminho difícil, o mundo aprendeu que é preciso lutar contra o mal e não oferecer a outra face. Pelo caminho difícil, o mundo está aprendendo a abandonar a forma de pensar pós-moderna de Obama e de Biden, que afirma que não existem perversos nem justos, que tudo seria apenas uma “construção de pensamento”. O mundo começa a se libertar dessa ideia e a entender que existem governantes maus, como Maduro e Khamenei, que precisam ser detidos antes que destruam o mundo.Esse é um grande avanço da humanidade: compreender que o mundo deve ser conduzido com base em valores de justiça e retidão; que não se pode permitir que tiranos oprimam seus próprios povos e matem dezenas de milhares de manifestantes; que não se pode deixar que desenvolvam metástases malignas esperando que tudo ficará bem.Nosso papel — o papel das nações — é afastar-se do mal e fazer o bem. É cooperar umas com as outras para que “uma nação não levante espada contra outra, e não aprendam mais a guerra”.*Para receber os conteúdos do Rav Shmuel Eliahu em português via WhatsApp:*https://chat.whatsapp.com/CwoPEF54yhsLfCWHS93CzX*Para receber os conteúdos do Rav Shmuel Eliahu em português via Telegram:*https://t.me/+8wffdp6JmHI5ZWVknever again🇧🇷https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=183982&voto=favorShabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!! worldjornalistaandrehmendan.online#נדרהמנדהה #Israel #andrehmendanhanettodasilva #jornalismo #judaísmomessiâniconãoexiste

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