*Avaliação da Situação – 10 de março*
1 – As declarações de Donald Trump geraram muitas manchetes e comentários, alguns tentando identificar fissuras na posição dos Estados Unidos em relação à guerra e à sua continuação.
2 – No entanto, quem ouviu atentamente ou leu os textos com cuidado verá que *não houve mudança na posição americana*. Do ponto de vista de Trump, a guerra está praticamente terminando porque, no fim das contas, a situação atual é uma da qual *o Irã não conseguirá se reconstruir*.
3 – Nesse sentido, ele também está correto. As declarações sobre Mojtaba Khamenei e, às vezes, aquelas sobre Nicolás Maduro ilustram algo que *já havia sido colocado no quadro estratégico americano* — uma nova ordem no Irã que servirá não apenas à ideia de justiça, mas também *aos interesses dos Estados Unidos*.
4 – Seria um erro chamar isso de *“Novo Oriente Médio”*, um conceito que carrega o cheiro do idealismo e do otimismo dos anos 1990 e dos sonhos de Shimon Peres de encerrar o conflito. Não — o Oriente Médio não passará por uma transformação genética. Mas, dentro de sua estrutura básica, *surgirá uma espécie de nova ordem estratégica* alinhada com a segurança nacional de Israel.
5 – Essa ordem posicionará Israel estrategicamente. Ela permitirá que o país *se aproxime ainda mais dos cautelosos Estados do Golfo*, *isole e enfraqueça a Turquia*, e — caso haja uma mudança profunda de regime no Irã — até estabeleça *um novo eixo no Oriente Médio: iraniano-israelense*. No momento isso pode parecer improvável, mas o que parece impossível hoje pode se tornar possível amanhã. Isso dependerá, naturalmente, da profundidade da mudança que surgir no Irã — algo que ninguém, nem mesmo Trump, pode realmente avaliar.
6 – O que está claro, porém, é que *a queda do regime iraniano também derrubaria outras peças de dominó* e permitiria que Israel lidasse de forma mais eficaz com o Hezbollah. Por enquanto, isso continua sendo um desafio significativo que Israel está administrando como um esforço secundário — reduzindo capacidades, fortalecendo defesas, cortando conexões com o Irã e aplicando pressão política sobre o sistema libanês.
7 – Ainda assim, existe uma diferença clara entre a posição de Israel e a dos Estados Unidos nesta guerra. É como duas pessoas em uma fila — *os sentimentos de quem está no fim da fila não são os mesmos de quem está em segundo ou terceiro lugar*. Em outras palavras, *Israel e seus cidadãos estão na linha de frente do atrito*. Os cidadãos americanos não — e essa é uma diferença enorme.
Mesmo com essa grande lacuna, que cria um crescente sentimento de desconforto em Israel, *o resultado bem-sucedido desta guerra é muito mais crítico para os cidadãos israelenses*. Por isso, é necessário *paciência e compreensão de que, por mais tempo que leve, é melhor para Israel e para seus interesses encerrar esta guerra com vitória*.
_Doron Matza, ex-oficial sênior da inteligência israelense e pesquisador em assuntos do Oriente Médio._
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