*Tradutor: Yeshayahu Fuks*
O Shabat que se aproxima, no qual leremos a porção semanal da Torá, Parashat Tzav (Vayicrá/Levítico), também é chamado de “Shabat HaGadol” — o Grande Shabat. O que se faz nele e por que ele é chamado assim?
1. “Shabat HaGadol” é o nome do Shabat que antecede a festa de Pessach. Uma das explicações para esse nome é que, nesse Shabat, o “grande” da comunidade — o rabino da comunidade — faz um ensinamento especial preparando o público para a festa. Em quase todas as sinagogas, homens, mulheres e crianças costumam se reunir no Shabat para ouvir esse estudo. Este ano, mesmo que nem sempre seja possível ir à sinagoga como de costume por causa da situação, ainda podemos sentar em casa, estudar e nos preparar para a importante festa que está chegando.
2. Alguns têm o costume de ler, nesse Shabat, trechos da Hagadá de Pessach, mas não toda ela — para “deixar um gosto de quero mais”. É uma oportunidade para todos revisarmos as partes da Hagadá e refrescar a memória, para chegar a essa noite tão significativa preparados.
3. Há também outra razão para o nome desse Shabat — “o grande dia”. A haftará que leremos vem das palavras do profeta Malachi (Malaquias), que profetiza não apenas sobre a redenção do Êxodo do Egito, mas também sobre a redenção futura:
“Eis que Eu lhes enviarei o profeta Eliyahu (Elias) antes da vinda do grande e temível dia do Eterno. Ele fará voltar o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais.”
Vale prestar atenção: o que acontecerá nesse grande dia? Eliyahu HaNavi conseguirá unir o coração dos filhos e o coração dos pais em um mesmo propósito. O mensageiro da redenção conseguirá unir todas as gerações — todos os pais e todos os filhos. Tomara que possamos ver isso acontecer.
4. Alguns comentaristas explicam que “Shabat HaGadol” recebe esse nome por causa de algo grandioso que aconteceu nele: o povo de Israel tomou para o sacrifício de Pessach o cordeiro — que naquela época era considerado um ídolo, objeto de culto da nação egípcia. Ou seja, ainda antes do Êxodo, eles olharam diretamente para a cultura idólatra ao redor — e recusaram participar dela. A própria capacidade de se libertar de convenções erradas e iniciar um novo caminho é o primeiro passo da jornada. Antes mesmo da saída física para a liberdade, a consciência deles já havia saído da escravidão. Que também nós possamos nos libertar desse tipo de escravidão na consciência.
Shabat Shalom!
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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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