É verdade que uma identidade palestina distinta ainda não havia sido formada naquela época — ao contrário do que se afirma hoje. No entanto, os árabes que viviam na Terra de Israel, então chamada Palestina sob o Mandato Britânico, tinham um líder local chamado _Haj Amin al-Husseini._ Hoje, ele é considerado um dos símbolos da luta palestina.
Ele era extremamente radical em seu ódio e antissemitismo, e se opunha ao sionismo a qualquer custo. Entre outras coisas, incitou distúrbios e pogroms contra a comunidade judaica na Terra de Israel e até em países árabes. Quando o regime nazista chegou ao poder, tornou-se um aliado próximo de Adolf Hitler e colaborou com os nazistas.
*Al-Husseini apoiou a implementação da chamada “Solução Final” (Final Solution) e pediu sua expansão para incluir judeus em países árabes. Ele também ajudou a estabelecer uma unidade voluntária muçulmana dentro da ala militar da Schutzstaffel.*
Hoje, mais de 80 anos depois — por um lado, há palestinos entre os principais negacionistas do Holocausto, incluindo o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que escreveu sua tese de doutorado sobre o tema. Por outro lado, há relatos de admiração pela ideologia nazista — em muitas casas em Gaza nas quais soldados das Forças de Defesa de Israel entraram, teriam sido encontradas cópias de “Mein Kampf” (Mein Kampf) traduzidas para o árabe.
O Hamas são os novos nazistas, e as atrocidades cometidas em 7 de outubro são as piores que o povo judeu enfrentou desde o Holocausto.
(_Yoseph Haddad)_
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