Teerã foi tomada por caminhonetes Toyota Hilux equipadas com metralhadoras. A aparência da cidade passou a se assemelhar à época do domínio do ISIS em Raqqa (Síria) e Mosul (Iraque). Unidades especiais estão posicionadas em parques, escolas e mesquitas. Os postos de controle aumentaram, mas com menos pessoal.
Na maioria dos principais cruzamentos, forças de repressão foram posicionadas. Sob as pontes de todas as rodovias, foram instalados checkpoints com bandeiras da República Islâmica, da Zainabiyoun, da Fatemiyoun e do Hashd al-Shaabi, causando deliberadamente congestionamentos e assediando os cidadãos.
Teerã se transformou, na prática, em um campo militar para milícias estrangeiras subordinadas à Guarda Revolucionária. Parabéns aos comandantes desonrosos do exército.
Empresas privadas operam em plena capacidade, mas os escritórios governamentais, que deveriam funcionar com 50% do pessoal, mal chegam a 30%. E mesmo os que comparecem vão embora no meio do dia. Ou seja, se você chega aos escritórios no fim do dia, quase não há ninguém. O atendimento telefônico é praticamente inexistente. O sistema de transporte da cidade também opera com menos da metade da capacidade que tinha antes da guerra.
A maioria dos ônibus urbanos está sendo usada por unidades especiais e pela Basij para descanso e troca de roupas.
Na prática, não há governo. Tudo está sob o controle da Guarda Revolucionária e dos órgãos de segurança. O governo tornou-se, de fato, um órgão cerimonial que apenas promove os objetivos econômicos, sociais e militares da Guarda Revolucionária. As instituições governamentais se transformaram em espécies de “colônias” independentes, sem conexão entre si ou com os níveis superiores.
Sistemas educacionais como o “Shad” não estão operando e, na prática, as aulas nas escolas estão suspensas. As universidades também migraram para o ensino online, mas com qual internet e infraestrutura? Nenhuma.
Os sistemas governamentais, de serviços e bancários também funcionam de forma intermitente. Os caixas eletrônicos, em sua maioria, não têm dinheiro, e é quase impossível obter dinheiro em espécie.
Teerã já não é mais a Teerã que era antes. O lugar do movimento, da energia e da agitação foi substituído por ondas de forças repressivas e veículos blindados armados. Nada aqui é normal. Não acreditem nas imagens encenadas e falsas vindas de parques e cafés. Hoje em dia, se as condições e os meios de segurança permitissem, seria possível fazer um documentário sobre a situação de Teerã e chamá-lo de: “Teerã – A Cidade dos Mortos-Vivos”.
Mas as pessoas ainda têm esperança. O fracasso das negociações em Islamabad foi uma boa notícia para elas, porque ainda há esperança de que o destino desse regime violento seja decidido. A verdade é que a população teme a retomada da guerra, mas teme ainda mais a recuperação renovada da República Islâmica.
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