*Valores que entram no prato / A Nota Diária / Sivan Rahav-Meir:*

*Tradutor: Yeshayahu Fuks*

“Decidi começar a colocar minhas crenças – no meu prato”, me disse uma mulher que recentemente começou a cuidar mais da kashrut (leis alimentares judaicas) do que come. A porção da Torá que lemos no Shabat apresenta uma verdadeira revolução: a comida nos influencia. O alimento não apenas dá força física ao corpo, mas também impacta a santidade da alma. A porção descreve em detalhes as leis de cashrut – como a proibição de consumir insetos e criaturas rastejantes, por exemplo – e a diferença entre aves e peixes permitidos e proibidos, e quais são os sinais que tornam um alimento kasher.

Moshé Rabênu ensina ao povo leis que influenciam até hoje a cozinha judaica, o que colocamos no prato. Mas não se trata apenas de “permitido” e “proibido”: há santidade e impureza, e precisamos prestar atenção ao que entra em nosso corpo. Isso afeta nossa consciência, quem somos e quem nos tornaremos. Observe as palavras que a Torá usa:

“E não impurificarão as suas almas com qualquer criatura rastejante que se move sobre a terra.”

“Pois Eu sou o Eterno, que vos tirei da terra do Egito para ser vosso Deus; portanto, sereis santos, porque Eu sou santo.”

“Para distinguir entre o impuro e o puro, entre o animal que pode ser comido e o animal que não pode ser comido.”

Nos últimos anos, pesquisas mostram que cada vez mais judeus estão cuidando da kashrut, e mais restaurantes buscam certificação kasher. Tudo isso começa com esses versículos.

Bom apetite!

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never again

Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!

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