Relatório: Teerã reduz expectativas e busca “salva-vidas” temporário

Canal 14 News | Há 13 minutos

Fontes da Reuters revelam que o Irã propõe, pela primeira vez, retirar parte de seus estoques de urânio enriquecido de seu território e permitir a livre navegação no Estreito de Ormuz, em uma tentativa desesperada de chegar a um acordo de entendimento temporário de 60 dias com os Estados Unidos.

A agência de notícias Reuters informou nesta quinta-feira que o Irã está reduzindo suas ambições de um acordo de paz abrangente com os EUA. Em vez disso, busca um acordo temporário para evitar o retorno aos combates, segundo duas fontes iranianas citadas pela agência.
Apesar das declarações otimistas de autoridades americanas e mediadores paquistaneses, divergências centrais permanecem — principalmente sobre o destino dos estoques de urânio enriquecido e o período de tempo em que Teerã deverá congelar suas atividades nucleares.
Abertura estratégica no Estreito de Ormuz
Uma alta autoridade iraniana observou que as partes conseguiram reduzir algumas lacunas, inclusive em relação à gestão do Estreito de Ormuz, uma rota estratégica por onde passa cerca de 20% do suprimento global de petróleo e gás, e que está fechada para a maioria dos navios há semanas.
De acordo com a mesma fonte, o Irã deseja incluir no acordo temporário uma cláusula para a liberação de fundos iranianos congelados por Washington, em troca de permitir uma passagem mais ampla de navios pelo estreito. Outra fonte familiarizada com o assunto mencionou que o Irã poderia permitir a navegação livre no lado omanense do estreito sem medo de ataques — caso um acordo mais estável seja alcançado posteriormente.
Divergências e exigências
Apesar do progresso parcial, obstáculos fundamentais ainda atrasam um avanço:

  • Urânio: Os EUA exigem a remoção total do estoque de urânio altamente enriquecido, mas o Irã se recusa firmemente.
  • Prazo de congelamento: Washington exige um período de cerca de 20 anos, enquanto Teerã está disposta a comprometer-se por apenas 3 a 5 anos. O Irã continua a exigir o reconhecimento do seu direito de enriquecer urânio.
    Próximos passos e contexto histórico
    Se um acordo for alcançado, as partes terão cerca de 60 dias para negociar um acordo permanente, envolvendo especialistas e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Para comparação, o acordo anterior de 2015 levou dois anos para ser formulado antes de ser cancelado por Donald Trump em 2018.
    Sinais de compromisso começam a surgir: Teerã pode aceitar transferir parte do urânio para um país terceiro, alegando que o restante é necessário para fins médicos e para um reator de pesquisa.
    O fator “Martelo da Meia-Noite”
    Segundo estimativas da AIEA, o Irã possuía cerca de 440,9 kg de urânio enriquecido a 60% na época dos ataques às suas instalações em junho de 2025 (operação “Martelo da Meia-Noite”). Não está claro quanto desse material sobreviveu, mas acredita-se que a maior parte esteja em complexos subterrâneos em Isfahan e Natanz. Diplomatas ocidentais alertam que essa quantidade ainda representa um risco significativo, permitindo uma rápida transição para o enriquecimento de nível militar.

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