BOM DIA! Alguns anos atrás, minha esposa e eu compramos uma casa que pertencia a umcasal de idosos que eram, em sua essência, ‘acumuladores’. A casa INTEIRA estava cheia de centenas (talvez milhares) de objetos – não havia uma superfície vazia em nenhum lugar – e a maioria das pilhas tinha muitas, muitas camadas de objetos empilhados um em cima do outro.Alguém disse: “Parece-me que a única coisa que eles não conseguiram acumular foi bom senso”.Eles compraram a casa cerca de 7 anos antes e pretendiam vender sua antiga casa e se mudar para esta. Infelizmente, a única coisa que mudou foi um monte de ‘lembranças’.Esta semana lemos duas porções da Torá: Parashat Tazria e Parashat Metsora. Na segunda porção da Torá desta semana, encontramos uma referência a um tipo diferente de acumulação. O Midrash (Torat Cohanim 14:75) relata que enquanto o povo judeu estava vagando pelo deserto por 40 anos, os amoreus que habitavam naquela época a terra de Israel, estavam acumulando tesouros e escondendo-os nas paredes de suas casas.Os amorreus sabiam que a nação judaica estava focada em retornar ao seu lar ancestral e expulsar qualquer nação que se recusasse a viver sob a soberania judaica. Pensando que eventualmenteretornariam para reivindicar a terra, os amorreus esconderam suas riquezas dentro dos muros de suas casas.Isso me lembra a história do chefe mafioso que estava fazendo uma inspeção de rotina nos livroscontábeis e notou que faltava 1 milhão de dólares. Ele convocou uma reunião com seu contador surdo e um tradutor de linguagem de sinais. “Ok, está faltando um milhão de dólares, onde está?” O tradutor virou-se para o contador e sinalizou: “Falta um milhão de dólares e o patrão quer saber onde está”. O homem sinalizou: “O quê? Não tenho ideia do que ele está falando.” O tradutor verbalizou: “Chefe, ele diz que não sabe do que o senhor está falando”. O mafioso respondeu: “Vou perguntar mais uma vez.Onde está o dinheiro?”O tradutor sinalizou: “Ele está perguntando mais uma vez, onde está o dinheiro?” O contadorreiterou: “Sério, não sei do que ele está falando!” O tradutor disse: “Ele diz que realmente não sabe do que o senhor está falando”.O chefe ficou furioso. Ele deu um soco na mesa, apontou uma arma para a cabeça do contador egritou: “DIGA A ESSE IDIOTA QUE VOU EXPLODIR SEU CÉREBRO POR TODA ESSA MESA SE ELENÃO ME DISSER ONDE ESTÁ O DINHEIRO, AGORA!”O tradutor sinalizou: “Ok, olhe – ele está falando sério. É melhor você dizer onde está o dinheiro ouele vai te matar aqui mesmo”. O contador finalmente respondeu: “OK! OK! Eu vou contar! Enterrei no meu quintal sob o novo terraço que acabei de construir!”O chefe da máfia olhou para o tradutor e perguntou: “Bem, o que ele disse?!” O tradutor respondeu:“Ele disse que não acredita que você tenha coragem de fazer nada com ele!”A leitura da Torá desta semana continua o tema que começou na porção da Torá da semanapassada, sobre a punição pelo pecado de Lashon Hará – fofocas. Lashon Hará, de acordo com o Talmud (Arahin 15a), é equiparado aos três erros mais graves: 1) assassinato 2) idolatria 3) imoralidades. A retribuição Divina pelo pecado da fofoca vinha na forma de uma doença chamada tzaraat.“D’us falou a Moisés e Aharon dizendo: Quando chegarem à terra de Canaã, Eu a darei a vocêscomo propriedade e porei a doença de tzaraat sobre as casas” (14:33-34).O que é exatamente essa “doença de tzaraat”? Esta punição aparece como uma série dedescolorações ou manchas brancas na pele. Por causa de sua semelhança nos sintomas, tzaraat tem sido comumente mal traduzida como lepra. A lepra mencionada na Torá não é a hanseníase causada pela bactéria mycobacterium leprae. Trata-se de um sintoma físico enviado dos Céus que alerta sobre alguma falha espiritual desta pessoa.Nossos Sábios ensinam que essa doença vinha em uma sequência progressiva: primeiro aparecia como manchas na casa da pessoa; se o indivíduo continuasse a ignorar a mensagem, aparecia em suas roupas. Continuou ignorando, apareceria em sua pele.Embora a tzaraat fosse realmente uma punição, o grande comentarista bíblico Rashi observa que,na verdade, era uma boa notícia para o dono da casa. Como mencionamos, os amoreus esconderam tesouros e riquezas nas paredes de suas casas durante os 40 anos em que Bnei Israel esteve no deserto.“Como resultado da tzaraat, em seu processo de purificação a pessoa desmantelaria a casa e encontraria aqueles tesouros” (Rashi em Vaikrá 14:34).Qual a lógica por trás dessa punição? A retribuição Divina por um pecado hediondo traz a pessoaa encontrar um tesouro de ouro e prata? Que mensagem D’us está tentando transmitir?Esta doença é uma mensagem de crítica do Todo-Poderoso de que a pessoa não está secomportando adequadamente e que deve mudar seus modos. Porém, críticas são muito difíceis de a pessoa aceitar. A reação ao se ouvir críticas é sentir-se pessoalmente atacado e ficar na defensiva.A crítica adequada só pode ser feita se houver uma preocupação genuína com a pessoa que está sendo criticada. Dessa forma, a pessoa sente que não está sendo pessoalmente atacada, mas que alguém está tentando ajudá-la. Observando por este prisma, o criticado pode tentar olhar imparcialmente para seu próprio comportamento e verificar se as medidas corretivas estão em ordem.Obviamente a pessoa que foi afligida com tzaraat em sua casa está recebendo uma repreensãomuito pública do Todo-Poderoso. Afinal, é difícil esconder ter que desmontar a casa. É basicamente um anúncio público de que alguém errou – e isso, obviamente, é muito embaraçoso e debilitante para a sua psique.A razão pela qual a pessoa que recebe o primeiro nível de repreensão (tzaraat em sua casa) também receber uma recompensa quase instantânea é porque D’us está lhe enviando a seguintemensagem: “Eu te amo e me importo com você. Estou repreendendo você para o seu próprio bem. Então, por favor, mude seus caminhos”.Dessa forma, a pessoa provavelmente receberá as críticas do Todo-Poderoso da maneira maispositiva possível e pensará sobre que mudanças fazer em sua vida para corrigir seu comportamento errôneo. Encontrar um tesouro dentro de casa expressava o amor e a preocupação de D’us. Isso permitiaque a pessoa refletisse honestamente sobre a mensagem e reagisse de maneira positiva às críticas.

Rav Ytzchak Zweig
Fonte: Meor HaShabat
#judaísmomessiâniconãoexiste

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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!

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