A guerra com o Irã, à primeira vista, salvou temporariamente o Hamas. O prazo para desmantelar a organização expirou. Seiscentos caminhões carregados de mercadorias entram diariamente em Gaza. Os militantes da organização ainda exercem controle no oeste da Faixa de Gaza.
No entanto, os líderes do Hamas não veem a situação dessa forma. Nas negociações no Cairo, o medo é visível em seus rostos. O Catar os abandonou à própria sorte — por preocupação com Trump e irritação com o apoio que líderes do Hamas deram ao Irã enquanto permaneciam em hotéis em Doha. Com o Irã, a situação é ainda pior. O Hamas pediu repetidamente a Teerã para ser incluído no acordo de cessar-fogo, mas, ao contrário do Hezbollah, os iranianos nem sequer se dão ao trabalho de responder com um “não”.
O Hamas reclama nas negociações que Israel violou o acordo, mas não paga nenhum preço por isso — pelo contrário. Dentro da organização, cresce a compreensão de que ninguém os isentará do desarmamento, e que até mesmo as armas mais básicas terão que ser entregues, em vez de mantidas para autodefesa. Os negociadores identificaram uma mudança estratégica: um movimento para ganhar tempo. Talvez, de alguma forma, a atenção mundial volte a se concentrar neles. Enquanto isso, até mesmo a flotilha planejada para Gaza está sofrendo com baixa adesão. A atenção de Greta já se voltou para outro lugar.
Há alguma chance de o Hamas colapsar sob pressão e entregar seus mapas de túneis e dezenas de milhares de fuzis Kalashnikov? Aqui, Jerusalém e Washington divergem. Em Jerusalém, não acreditam que o Hamas entregará mais do que uma quantidade simbólica — e mesmo isso apenas em troca de uma retirada profunda das Forças de Defesa de Israel. Nos Estados Unidos, são muito mais otimistas. Acreditam que Turquia e Catar têm interesses diferentes dos do Hamas e que, sem eles, a organização desmoronará sob pressão.
O plano é desmilitarizar Gaza área por área, limpar os túneis, recolher as armas e introduzir uma força policial local (até agora, um quarto de milhão de moradores se registrou). Mesmo que o Hamas se recuse a entregar suas últimas armas, dizem autoridades em Washington, seus membros e armamentos ficarão confinados a uma parte muito limitada de Gaza — o que será muito mais fácil de controlar.
A grande conquista da guerra é o desmantelamento do chamado “Eixo da Resistência” em seus componentes originais: Hezbollah sozinho no Líbano, Hamas sozinho em Gaza, os houthis sozinhos no Iêmen e, mais importante — os aiatolás quase sozinhos em Teerã.
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