Shavua Tov Chaverim.

Você está segurando o seu celular ou ele está segurando você?
#judaísmomessiâniconãoexiste

Por Rabino Efrem Goldberg
15 de abril de 2026

Aceite o desafio de 30 dias para retomar o controle da sua vida.

Os “viciados em tela” agora passam praticamente todas as horas em que estão acordados em seus celulares. São adultos, não adolescentes. Uma pessoa admitiu executar pelo menos três aplicativos simultaneamente em seu dispositivo, o tempo todo. Outra reconheceu o preço que isso está cobrando e disse que não pretende parar.

O que antes parecia extremo está silenciosamente se tornando normal. Uma vida mediada quase que inteiramente por uma tela já não é mais uma exceção.

Você já se pegou grudado no celular, assistindo a vídeos sem parar, adicionando coisas ao carrinho ou rolando a tela sem pensar, sabendo que deveria parar, mas sentindo que simplesmente não consegue? É essa atração, essa necessidade urgente, essa compulsão que mantém seus dedos em movimento mesmo quando sua mente diz basta. Você larga o celular por um instante, mas de alguma forma ele já está de volta em sua mão antes que você perceba.

Você diz a si mesmo que vai desligar a tela, se afastar ou parar, mas o ciclo continua. O tempo está passando de uma forma que te deixa se sentindo mal, envergonhado, culpado, sem orgulho de como viveu essas horas? Você quer parar, mas, de alguma forma, não consegue se libertar.

Isso não é preguiça ou simplesmente falta de força de vontade. É algo mais profundo, um impulso, uma espécie de laço invisível que agarra nossa atenção e se recusa a soltar, e é provável que a maioria de nós sinta isso todos os dias da semana (exceto um).

Por muito tempo, nos consolamos com a crença de que esse era um problema dos jovens. Adolescentes e universitários eram os que nos preocupavam. Mas  reportagens recentes  deixaram claro que isso não é verdade. Os baby boomers estão entre os maiores culpados, passando horas e horas grudados em seus dispositivos, presos nos mesmos ciclos de rolagem, cliques e consumo. Este não é um problema geracional. É um problema humano.

Por que nossa geração é especialmente vulnerável? Nas gerações anteriores, os vícios exigiam esforço. A pessoa precisava ir a algum lugar para satisfazer sua necessidade, para obter algo, tomar uma decisão consciente. Hoje, nossos vícios estão no nosso bolso. Estão sempre conosco, acessíveis e sempre à espreita.

As empresas de tecnologia projetam produtos deliberadamente para serem viciantes, com rolagem infinita, notificações constantes e recompensas variáveis que funcionam — e literalmente têm efeitos químicos em nossos cérebros — como máquinas caça-níqueis. Elas competem por uma coisa: sua atenção, porque a atenção é o recurso mais valioso do mundo hoje.

A questão para nós é simples e incômoda. Estamos tomando as rédeas das nossas escolhas ou estamos sendo controlados pelos nossos dispositivos? Quando sentimos: “Eu queria poder parar, mas não consigo”, essa é a linguagem de quem está sendo controlado. Isso não é liberdade.

Cada pessoa precisa se perguntar honestamente: o que me controla? É o meu celular, meus hábitos, meus desejos? Superar um vício exige mais do que força de vontade. Exige reconstruir uma vida com significado. A verdadeira liberdade começa com a consciência, com o reconhecimento claro e honesto do que nos controla. Continua com a remoção dos gatilhos, com a disposição de mudar nosso ambiente e criar limites que nos protejam.

E tudo depende da reposição da dopamina, porque não podemos simplesmente removê-la sem substituí-la. A vontade de escapar, de se anestesiar, de se distrair é real, mas em vez de alimentá-la com rolagem infinita, devemos redirecioná-la para a leitura, o aprendizado, a conexão e a ajuda. Não devemos simplesmente evitar distrações; devemos nos entregar ao significado.

Por isso, quero te convidar para algo poderoso. A partir de segunda-feira, 20 de abril, realizaremos um desafio tecnológico de 30 dias, criado para te ajudar a redefinir sua relação com o celular e recuperar sua atenção. A cada dia, você receberá um pequeno desafio simples e prático que desenvolverá o autocontrole, aumentará a consciência dos seus hábitos e, gradualmente, diminuirá a influência da tecnologia na sua vida.

Este é um projeto conjunto da Guard Your Eyes e do Semichas Chaver Program, baseado na ideia de que pequenos passos diários, dados de forma consistente e conjunta, podem gerar mudanças reais e duradouras, com incentivos semanais e grandes prêmios para manter a motivação ao longo do processo.

Ao final de 30 dias, você desenvolverá uma relação mais saudável e intencional com a tecnologia. Você experimentará maior foco, maior confiança e um senso de sacralidade mais forte que se refletirá em seu dia a dia.

Participe do desafio em  rabbiefremgoldberg.org/challenge  e dê o primeiro passo rumo à verdadeira liberdade.

Fonte: Aish HaTorah

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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!

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