ב”הParashá KedoshimSanto ou Comum?

Um ensaio sobre a parashá Kedoshim
Por Adin Even-Israel (Steinsaltz) Z”L

Não é por acaso que a parashá se chama Parashá Kedoshim. A santidade é, sem dúvida, um tema central na parashá, na qual expressões relacionadas à santidade se repetem constantemente.

Essa santidade, contudo, possui um aspecto surpreendente. Em livros que tratam dela, quanto mais se aprofundam no conceito, mais profunda ela se torna, a ponto de ser designada como o valor mais elevado que existe. Como explica o Maharal, a santidade é aquilo que é transcendente em sua essência. 1 Em contraste, o conceito de santidade que surge da Parashá Kedoshim parece completamente diferente.

A parashá começa: “Fala a toda a comunidade de Israel: Sejam santos, porque eu, D’us vosso Senhor, Sou santo.” 2

O mandamento de ser santo aparece no contexto da santidade de D’us: Sejam santos, porque eu sou santo. Mas, por outro lado, os mandamentos relacionados a essa injunção não parecem ter qualquer relação com o tipo de santidade transcendente que o Maharal descreve. A Parashá Kedoshim está repleta de mandamentos, que incluem as proibições de roubar, mentir, enganar e assim por diante.

À primeira vista, não parecem ser requisitos ou padrões especiais que uma pessoa comum e responsável não pudesse cumprir. No geral, são práticas que são, mais ou menos, observadas pela media das pessoas em todo o mundo, independentemente da religião ou da origem cultural.

Essa questão intrigante surge também no final da seção que discute os relacionamentos sexuais proibidos. Essas leis começam com: “Guarda os Meus decretos e observa-os, porque Eu sou D’us, que vos santifica.”3 E terminam com: “Sede santos para Mim, porque Eu, D’us, sou santo.” 4

Ou seja, aquele que guarda essas leis é chamado de santo. Assim, surge a mesma dificuldade: como uma pessoa que simplesmente se abstém de cometer alguns pecados pode ser considerada santa? Mesmo que alguém cumpra tudo o que está escrito aqui – um certo número de mandamentos positivos e um certo número de mandamentos negativos – é só isso que é necessário para ser considerado santo? Seria de se esperar que alcançar a santidade exigisse salvaguardas e práticas especiais; mas, a partir daqui, parece que, contanto que alguém se abstenha de alguns atos desprezíveis, isso é tudo o que é necessário para ser santo. Como pode ser?

Essa questão se repete ao longo de toda a parashá. Na verdade, esta parashá – que começa com “Sejam santos”, não contém nada de caráter particularmente sagrado, e a definição de santidade que emerge dela é bastante modesta. Parece desprovida de qualquer exigência espiritual ou tentativa de elevar as pessoas a uma esfera superior.

Visão terrena
A lista de relações sexuais proibidas nesta parashá corresponde à lista na Parashá Acharei, que diz: “Não sigam as práticas da terra do Egito… e não sigam as práticas da terra de Canaã.” 5 A passagem conclui: “Não se contaminem por meio de nenhum desses atos, pois por meio de todos eles as nações se contaminaram… A Terra se contaminou; e quando direcionei Minha providência para o pecado ali cometido, a Terra vomitou seus habitantes… Pois todas essas abominações foram cometidas pelos povos que habitavam a Terra antes de vocês, e a Terra se contaminou. Que a Terra não os vomite por a terem contaminado, assim como vomitou a nação que lhes precedeu… Guardarão Minha ordem de não praticarem nenhuma das abominações que foram praticadas antes de vocês, para que não se contaminem por meio delas. 6

Na Parashá Acharê, essas práticas são apresentadas como absolutamente abomináveis. Abominações e práticas impuras e repugnantes – esses são atos que a Terra não tolera, e vomita qualquer um que os cometa. Em contraste, quando chegamos à Parashá Kedoshim, há uma mudança significativa no tom.

Anteriormente, dizia-se que a Terra não tolera quem pratica tais atos, seja judeu ou não ele sera tido como desonesto, pervertido e depravado. Na Parashá Kedoshim, porém, embora afirme que esses são pecados e que acarretam punições como apedrejamento e estrangulamento, também diz que aquele que se abstém de praticá-los é considerado santo.

A repetição da seção sobre relações sexuais proibidas nas Parashot Acharê e Kedoshim representa duas perspectivas. Há a visão celestial, que questiona como é possível chegar a um nível tão baixo. Mas existe também a visão terrena, que afirma que, embora o castigo corporal e outras penalidades severas ainda se apliquem aqui, aquele que se guarda de todas essas abominações está incluído na categoria de “Mantenham-se santos e serão santos”. 7

Essas são duas visões diferentes sobre o mesmo assunto. Quando uma pessoa está em um nível verdadeiramente elevado, há coisas que ela nem sequer considera fazer; são simplesmente impensáveis. A Parashá Acharê se dirige a essas pessoas. Mas se uma pessoa está em um nível baixo, de repente tudo parece diferente; de repente, aquele que cumpre todas essas leis é chamado de santo. Há muitas ações que geralmente se considerariam abomináveis e que jamais se cogitaria praticar.

No entanto, uma pessoa pode mudar, assim como seu ambiente, e, como resultado, o que antes era fácil de evitar agora pode ser um desafio extraordinário. Nesse ponto, abster-se de tal comportamento impróprio não é mais uma tarefa simples, mas se torna uma questão de lealdade obstinada aos próprios princípios e crenças.

Houve um tempo em que o judeu típico e piedoso da Europa Oriental usava barba e vestia uma túnica comprida; isso era um sinal de seu judaísmo. Quando alguns desses judeus começaram a adotar o estilo de vestimenta alemão – um paletó curto e barba aparada – foram chamados de “Deutsch” (alemão) por seus pares em tom de deboche, uma expressão que indicava que tal vestimenta e comportamento eram considerados desprezíveis por outros judeus. Ficava claro para os membros tradicionais da comunidade que esses judeus não observavam os mandamentos (mitsvot), e muitas vezes eram até suspeitos de serem apóstatas. Essa atitude fazia parte do modo de vida dos judeus na Europa Oriental naquela época.

Naqueles tempos, vivia um grande mestre chassídico conhecido como o Rebe de Ruzhiner, que residia em uma casa palaciana. Certo dia, um visitante chegou à sua casa, um alemão, de jaqueta curta e barba aparada, e foi recebido pelo Rebe imediatamente, sem as demoras habituais. Foi-lhe concedida uma audiência privada com o Rebe que durou horas. Depois, para surpresa de todos, o Rebe saiu e acompanhou pessoalmente o visitante até a porta. Todos ficaram chocados; qual seria o significado daquilo?

Finalmente, alguém ousou perguntar ao Rebe: “Quem era aquele homem que fora tão honrado pelo Rebe?” O Rebe respondeu: “Pedi a D’us que me concedesse o privilégio de ver o gadol hador (o maior tsadik da geração) pelo mérito de quem Mashaich virá.”

Essa história expressa meu ponto de vista com precisão. Pode muito bem ser que o gadol hador seja alguém do tipo que menos se esperaria. A aparição do visitante provocou escárnio entre os chassidim, mas eles não perceberam que, em seu próprio lugar e época, ele não era apenas um tsadik, mas o próprio gadol hador.

O secretário particular do Rebe de Kotzk relatou certa vez que, quando lhe informaram que suas colheres estavam sendo roubadas, ele exclamou: “Roubadas? Não está escrito na Torá: ‘Não roubarás’?!” O secretário acrescentou que, ao ouvir isso, o Rebe ficou profundamente impressionado – ele realmente não conseguia entender como alguém poderia roubar; para ele, tal coisa era impensável.

Mas há outra perspectiva sobre “Não roubarás” e “Não enganarás uns aos outros” 8 – a visão terrena. Essas questões são relevantes; elas existem no mundo. Enquanto a visão celestial não consegue compreender como as pessoas podem agir dessa maneira, a visão terrena está fundamentada na realidade, reconhecendo a natureza do mundo.

A visão terrena pode se tornar cada vez mais desprezível a cada geração. Às vezes, lemos as descrições dos personagens mais depravados de várias gerações passadas e nos perguntamos: Essas são as pessoas mais desprezíveis da geração?

O rabino Shneur Zalman de Liadi escreve que mesmo a pessoa mais pecadora em nossas comunidades ainda reza três vezes ao dia, usa tsitsit e coloca tefilin. Hoje em dia, há lugares onde tal pessoa seria considerada o grande mestre, ou, se não isso, pelo menos uma pessoa importante. Esta é a essência da visão terrena: se uma pessoa realmente não rouba, ela é santa; e se por acaso ela também não jura falsamente, então ela é verdadeiramente um judeu justo e santo.

Quando a seção sobre relações sexuais proibidas é lida em Yom Kipur na sinagoga, soa completamente diferente de quando é lida no conforto do lar, seja a pessoa pobre ou rica; porque quando se está entre o povo, as palavras da Torá se tornam uma possibilidade real. Quanto mais respeitável ou recluso for o local de residência, menor será a sensibilidade espiritual ao conceito de “Sejam santos”. Às vezes, quando uma pessoa ouve, vê e descobre todas essas coisas de dentro para fora, percebe que ser santo realmente não é uma questão simples.

Num passado não muito distante, se alguém dissesse que judeus deixariam seus lares na Terra de Israel para cometer idolatria em uma terra distante, isso soaria absurdo, simplesmente implausível. Por que uma pessoa normal iria a algum lugar, se curvaria diante de um ídolo e lhe faria uma oferenda? Tal coisa não era viável de ocorrer.

Agora, ao ler a lista de mitsvot na parashá do início ao fim, fica claro que há lugares onde essa prática é comum, até mesmo disseminada, e há lugares onde tais coisas são feitas à luz do dia. De repente, tudo se resume a “Sejam santos”.

Após três mil anos, a Parashá Kedoshim voltou a ser relevante. A visão terrena não está mais tão distante. Não sei como nossos pais ou avós explicavam para si mesmos a dificuldade espiritual de ser santo, que aquele que não pratica esses atos é considerado santo. Agora, com o passar do tempo e as mudanças no mundo, a resposta, infelizmente, é clara.

Resistindo ao desânimo
Há um aspecto adicional dessa mesma ideia que devemos abordar. Lemos em Micá: “O que D’us exige de ti? Que você pratique a justiça, ame a bondade e ande humildemente com o teu D’us.” 9 Em geral, muitos dos requisitos da Parashá Kedoshim se enquadram nesta mesma mensagem abrangente: “Comporte-se como uma pessoa responsável”. Nada mais é exigido.

Quando falamos sobre a luta da vida sob a perspectiva de uma pessoa comum, falamos de dois tipos de inimigos. Por um lado, existem as manifestações explícitas das forças do mal. Por outro lado, existe um inimigo mais sutil, não menos potente e perigoso: a erosão, onde nada de extraordinário parece acontecer.

O Talmud relata um incidente em que Rabi Amram Chasida sucumbiu quase impulsivamente à incrível tentação da imoralidade sexual, 10 demonstrando que, às vezes, até mesmo um homem decente e justo pode se encontrar repentinamente em uma situação para a qual não está preparado e trava uma luta excepcional contra o instinto mais baixo. Existem também outras situações em que não há tentação instintiva, mas apenas a lenta e contínua erosão da vida.

Os mandamentos positivos e negativos que aparecem aqui, e que caracterizam a santidade, geralmente não surgem de repente, mas sim são situações nas quais a pessoa é gradualmente arrastada, tornando-se cada vez mais fácil ser envolvida.

Algumas pessoas são gradualmente pressionadas pelo dinheiro. O sustento deixa de ser um conceito abstrato e se torna algo muito real e muito doloroso. Quando alguém entra repentinamente em crise financeira, muitas vezes é possível lidar com a situação. Mas isso nem sempre acontece de uma vez. Mais frequentemente, acontece gradualmente, com cada dia algo mais sendo negligenciado, e torna-se cada vez mais difícil evitar racionalizar comportamentos imorais em nome do sustento próprio e da família.

Assim, “Não furtarás” e “Não enganarás uns aos outros” são realmente pecados que nenhuma pessoa comum e responsável cometeria? Diante de uma dura realidade, até mesmo essa pessoa pode se desgastar e sucumbir.

A lei de shifchá charufá que aparece aqui 11 também se encaixa nesse padrão. Trata-se de uma mulher cujo status não é exatamente claro; ela é meio escrava e meio livre. Seu senhor sucumbe à tentação de pecar com essa mulher precisamente por causa desse status ambíguo. Ela é uma escrava meio-casada, e tudo parece mais fácil e menos complicado.

Por essa mesma razão, a Torá diz a respeito do estrangeiro: “Não o prejudiquem”. 12 Afinal, é fácil enganar o estrangeiro, assim como também é fácil oprimi-lo e tirar vantagem dele. Alguém poderia racionalizar que o que está fazendo não é um grande pecado; está apenas enganando um pouco o estrangeiro, já que não conhece os preços, por exemplo. Na verdade, ele pode argumentar que é até benéfico insultá-lo um pouco, para que o estrangeiro adquira mais experiência e deixe de ser um estrangeiro. Quando se tornar residente da terra como um de nós, ele mesmo fará o mesmo com os outros.

É possível perceber como “não semearás o teu campo com mistura de sementes” 13 – a lei de kilayim – pode incomodar algumas pessoas, e se houver um fazendeiro que realmente cumpra a lei de “Não falsifique as medidas, seja em comprimento, peso ou volume”, 14 então, em certa medida, ele é de fato uma pessoa santa.

O Tosefta diz de Abba Shaul b. Butnit e R. Elazar b. Tzadok, que eram mercadores em Jerusalém, que eles tomavam medidas especiais para garantir que seus clientes recebessem a quantidade total que lhes era devida. 15 Se essa fosse a prática dos mercadores comuns, essas ações não teriam sido destacadas em Tosefta e atribuídas exclusivamente a dois dos homens mais piedosos de Jerusalém na época em que o Templo ainda estava de pé.

Isso não significa que todas as outras pessoas eram ladrões, apenas que se está constantemente sob pressão social para não ser ingênuo. Todos são tentados a tirar vantagem do próximo, e muitos sucumbem a essa tentação. Em uma sociedade assim, é fácil racionalizar: Todos roubam, todos mentem e todos enganam… por que eu não faria o mesmo?

A erosão constante, juntamente com a atmosfera geral de aceitação de práticas imorais na sociedade, cria uma situação em que, ao praticá-las, em grande ou pequena escala, elas deixam de ser vistas como mau comportamento ou atos pecaminosos. Da mesma forma, em relação aos relacionamentos sexuais proibidos, muitos comentaristas observam que parte do problema decorre da realidade e da proximidade diárias. As pessoas que sucumbem a esses tipos de pecados geralmente não o fazem por serem repentinamente tomadas por um impulso incontrolável. Em vez disso, os relacionamentos se desenvolvem gradualmente, até que, de repente, a pessoa se encontra em uma situação que jamais imaginaria estar.

Esse processo não acontece de uma vez, nem porque o fardo da piedade e da moralidade se torne repentinamente insuportável. Simplesmente, carregar esse fardo diariamente é incrivelmente desgastante. Nenhuma exigência individual na Torá cria a sensação de estar diante de um abismo. Cada uma delas é uma pequena batalha por coisas menores, mas as batalhas se acumulam e podem parecer, para alguns, uma guerra sem fim à vista.

Trazer um corban de vez em quando é simples. Mas cumprir todos os vários requisitos, maiores e menores, listados na Parashá Kedoshim todos os dias é uma história bem diferente. Não é à toa que a Torá diz: “Todo homem reverenciará seu pai e sua mãe”. 16 Qualquer pessoa que tenha alguma experiência sabe o quanto isso é difícil. É algo com que nos deparamos diariamente, e pode ser especialmente desafiador quando o pai e a mãe não são pessoas excepcionalmente santas.

Essa luta é a luta fundamental pela santidade. A Parashá Kedoshim apresenta uma longa lista de requisitos menores, nenhum dos quais é extraordinário em si mesmo, mas cada um se repete dia após dia. O próprio requisito de manter essa rotina sem sucumbir ao desânimo e ao desespero — isso, por si só, cria os mais altos níveis de santidade.

“Com toda a sua força”
Recitamos todos os dias: “Amarás a D’us teu Senhor com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua força.” 17 Nossos sábios interpretam da seguinte forma: “‘Com todo o teu coração’ significa com ambas as tuas inclinações, com a boa inclinação e com a má inclinação; ‘com toda a tua alma’ significa mesmo que Ele te tire a vida; e ‘com toda a tua força’ significa com todos os teus bens.” 18

Mas a ordem nesta série de sacrifícios exigidos a D’us é estranha: se alguém está pronto para dar a D’us com ambas as suas inclinações, e está até preparado para entregar a sua vida a serviço do Criador, parece anticlimático terminar a série com a injunção de também entregar os seus bens a serviço de D’us.

O significado de “com todo o seu dinheiro” não é simplesmente dizer à pessoa para entregar seu dinheiro. Em vez disso, toda pessoa enfrenta uma vida de trabalho árduo e interminável. “Com todo o seu dinheiro” não se refere ao ato de doar, mas a comprometer-se com um tipo de vida em que se está ciente dos sacrifícios esperados desde o início. É preciso enfrentar esses sacrifícios não apenas uma vez na vida, mas todos os dias – muitas vezes três ou dez vezes por dia. Diante da erosão que discutimos, é razoável supor que “com todo o seu dinheiro” seja, na verdade, a exigência mais difícil das três. Primeiro vem “com todo o seu coração”, depois “com toda a sua alma”, e se alguém for verdadeiramente corajoso e santo, também poderá servir a D’us “com toda a sua força”. Um leão ou um urso podem ser atingidos, mas um milhão de cupins é um desafio completamente diferente.

O segredo para alcançar essa coragem é: “Santificai-vos e sede santos, porque eu sou santo.” 19 Concordamos em assumir o desafio de um milhão de cupins da vida, que surgem todos os dias e a cada hora, desde que acordamos até a hora de dormir.

A solução é imitar a D’us; quando incluímos D’us em nossas vidas, começamos a compreender o significado do versículo: “Eu sou D’us; Eu não mudei.” 20

D’us não muda; Ele permanece santo, independentemente das circunstâncias. “Quem habita com eles em meio à sua impureza” 21 – D’us tem a capacidade de manter a vida em meio à impureza. A Parashá Kedoshim afirma que nós também podemos trilhar os Seus caminhos. Só então conseguiremos ser santos como Ele.

NOTAS
1.
Tiferet Yisrael 37.

2.
Vayicrá 19:2.

3.
Vayicrá. 20:8

4.
Vayicrá. 20:26.

5.
Vayicrá 18:3.

6.
Vayicrá 18:24–30.

7.
Vayicrá 20:7.

8.
Vayicrá 19:11.

9.
Micá 6:8.

10.
Kidushin 81a.

11.
Vayicrá 19:20–22.

12.
Vayicrá 19:33.

13.
Vayicrá 19:19.

14.
19:35.

15.
Beitsa 3:8.

16.
Vayicrá 19:3.

17.
Devarim 6:5.

18.
Berachot 54a.

19.
Vayicrá 20:7.

20.
Mal. 3:6.

21.
Vayicrá 16:16.

Fonte: chabad.org

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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!

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