2) Segundo a CNN, o acordo que está sobre a mesa tem 3 páginas e é bem mais complexo e detalhado que as listas anteriores de 10 ou 15 pontos. Até o texto ser liberado, é tudo especulativo.
3) O Irã publicou oficialmente que a abertura do Estreito de Ormuz não foi uma decisão apenas do ministro das Relações Exteriores (que divulgou), e sim de todo o governo (seja lá qual for atualmente).
4) Trump voltou a afirmar que, dentro do acordo que “aparentemente” (redação minha) foi aceito pelo Irã, está a responsabilidade dos EUA por ir retirar os 450 kg de urânio enriquecido a 60%. Isso sem precisar de combate para chegar lá.
5) Os navios que forem passar pelo estreito de Ormuz devem coordenar o trânsito com a Guarda Revolucionária, no mesmo processo que sempre existiu nas últimas décadas. A IRGC dará a rota para evitar minas restantes.
6) Trump disse que as minas já foram retiradas ou quase todas retiradas em ação CONJUNTA dos EUA e Irã.
7) A reabertura de Ormuz pelo Irã e o acordo para os EUA irem retirar o U-235 60% “parecem” estar vinculados à liberação de 20 bilhões de dólares do Irã, congelados há anos.
8) Qualquer acordo com o Irã é no fio da navalha. Pode-se cair para um lado, pode-se cair para o outro lado, ou o Irã pode cair de pernas abertas e a guerra recomeçar.
9) Trump de fato exigiu que Israel pare de bombardear o Líbano e o governo israelense aceitou.
10) O Brasil precisa contratar muçulmanos para consertar pontes. A população do sul do Líbano já recuperou, de qualquer jeito, mas dando passagem a veículos, algumas das pontes destruídas pela aviação de Israel. Em outros pontos, estão atravessando o Litani e até percorrendo o leito do rio com picapes e SUVs: mais ou menos um palmo d’água… (deixando claro: é uma ironia o clamor para o Brasil contratar muçulmanos. O problema é que nossas pequenas pontes, quando caídas, levam meses ou anos para serem reconstruídas e no Líbano e Irã levam um ou dois dias)
Aparentemente, tudo que o Irã declarou abertamente que jamais iria fazer, que jamais iria aceitar, está fazendo e aceitando.
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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