Enquanto a credibilidade das instituições internacionais já balança, uma nova denúncia do jornal “The Wall Street Journal” revela um esquema de corrupção e espionagem no coração do Tribunal Penal Internacional (TPI).

Gravações e depoimentos de testemunhas indicam que o governo do Qatar prometeu “cuidar” do promotor-chefe Karim Khan, caso ele emitisse mandados de prisão contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Segundo as investigações, Khan teria confessado a interlocutores estar “apavorado” em avançar com o caso, momento em que o regime catari teria garantido proteção e apoio ao promotor. O esquema envolveria ainda empresas de inteligência privada contratadas para destruir a reputação de uma funcionária do TPI que acusou Khan de assédio sexual, tentando ligá-la falsamente ao Mossad para invalidar a denúncia.

O escândalo ganha contornos de espionagem com o monitoramento de autoridades americanas, como o senador Lindsey Graham, por empresas ligadas ao “cliente” catari. Enquanto isso, o conselho do TPI já votou para avançar com processos disciplinares contra Khan por má conduta.

A revelação lança uma sombra definitiva sobre a legitimidade das ações do Tribunal contra Israel. Fica claro que as decisões que deveriam ser baseadas no Direito Internacional foram, na verdade, moldadas por interesses políticos e promessas de proteção de uma monarquia do Golfo. Mais uma vez, no palco das decisões globais, colocaram o gato para cuidar da nata.

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