Não Mantenha Distancia#judaísmomessiâniconãoexiste

Rav David Ashear

Quando as pessoas enfrentam dificuldades, a reação instintiva costuma ser buscar mais e mais misericórdia de HaShem. Elas podem assumir novas exigências haláchicas, elevar seu nível de kavanah durante a Tefilah e rezar com mais emoção, sinceridade e até mesmo lágrimas. Elas fazem o possível para agir com maior conscientização espiritual, tudo na esperança de que esses esforços tragam a salvação.

Mas quando o tempo passa e a situação não melhora — ou até piora — torna-se cada vez mais difícil manter esse ímpeto espiritual. Alguns começam a sentir que suas orações e esforços estão passando despercebidos. “Se HaShem não está respondendo”, indagam-se, “por que devo continuar tentando?”

Para alguns, essa desilusão pode evoluir para frustração ou raiva, levando-os a se distanciar completamente das Mitzvot ou da observância religiosa. Podem começar a questionar se HaShem realmente se importa.

Mas devemos nos apegar a uma verdade fundamental: HaShem se importa mais do que podemos compreender. O fato de não termos recebido o que pedimos não é sinal de indiferença Divina. Pelo contrário, é um reflexo da infinita sabedoria de HaShem. Ele vê o quadro completo — passado, presente e futuro. Ele conhece a nossa missão neste mundo e o que é melhor para nós em cada etapa, mesmo quando não conseguimos compreender.

E quando a luta para manter o compromisso espiritual se intensifica, nossa Avodat HaShem se torna ainda mais significativo. HaShem valoriza cada esforço sincero que fazemos — especialmente quando é difícil.

Um homem do ramo imobiliário compartilhou sua história. Seu setor estava em crise, e um negócio fracassado após o outro o deixou sem clientes e com crescente desânimo. Ele chegou ao fundo do poço e, pela primeira vez na vida, cogitou faltar à sinagoga no Shabat. Frustrado, decidiu que não iria.

Naquela sexta-feira à tarde, ele teve sua ligação habitual com um sócio — um senhor irlandês não judeu com quem costumava discutir o mercado, tendências de negócios e outros assuntos. Toda semana, a ligação terminava com o homem desejando-lhe “Shabbat Shalom”.

Mas esta semana foi diferente.

Quando estavam prestes a desligar, em vez da despedida habitual, o homem simplesmente disse: “Ok, vá para a sinagoga agora”, e encerrou a ligação.

A coincidência foi impressionante. Pela primeira vez em décadas, este homem havia planejado não ir à sinagoga, e ali estava HaShem enviando-lhe uma mensagem — através da boca de um conhecido não judeu — incentivando-o a não quebrar seu hábito de longa data.

Foi um momento de clareza. HaShem vinha observando e valorizando cada uma das tefilot deste homem por mais de cinquenta anos. HaShem não queria que ele perdesse sequer uma.

O homem foi à sinagoga naquela noite, cheio de gratidão. Agradeceu a HaShem pelo fortalecimento inesperado e por lembrá-lo do quanto seus esforços eram valorizados.

Sim, os negócios podem ser difíceis. A vida pode parecer avassaladora. Mas isso nunca deve diminuir nossa confiança em HaShem ou nosso compromisso com Seus mandamentos. Na verdade, quando manter a Emunah é mais difícil, é quando ela brilha com mais intensidade.

Fonte: Emunah Todo Dia

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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!

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