Sobre essa mitsvá existem duas opiniões: uma é que ela vem corrigir e, dessa maneira, completar o que ficou faltando no primeiro Pêssach. A outra é que essa data é uma festa separada.
A diferença entre essas duas opiniões é que, de acordo com a primeira, esse dia não é o dia de se oferecer o Korban Pêssach, mas, na falta de opção, já que a pessoa perdeu a data correta, pode-se oferecer o sacrifício nesse dia.
Já de acordo com a segunda opinião, a Torá fixou essa data também como o dia de se oferecer o sacrifício — desde que não tenha sido oferecido na véspera de Pêssach, já que o Korban Pêssach é oferecido uma vez ao ano.
Essas duas opiniões estão interligadas: se existe uma possibilidade de se acrescentar algo e não o fazemos, existe aqui uma falta em nosso trabalho espiritual. O simples fato de existir uma possibilidade obriga a pessoa a cobrir esse déficit e chegar à perfeição.
O Rebe anterior dizia que, dessa mitsvá, é possível aprender que não há algo perdido para sempre; sempre é possível completar, mesmo se a pessoa estava “impura”, mergulhada nos desejos materiais, mesmo se estava em um “caminho distante”, distante do judaísmo. Mesmo se a pessoa fez isso propositalmente, ainda assim é possível consertar.
Pêssach Sheni demonstra esperança para aqueles que chegaram a uma situação baixa: mesmo os maiores pecados, mesmo que tenham sido propositalmente, não se deve desistir — é possível consertar.
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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