*Tradutor: Yeshayahu Fuks*
1. Vamos começar pelo básico, para não nos confundirmos: Shavuot é a festa da Outorga da Torá, o dia em que estivemos no Monte Sinai. Após a saída do Egito e depois da contagem do Ômer, ouvimos de D’us os Dez Mandamentos e recebemos a Torá.
2. Neste ano, a festa começa na quinta-feira antes do pôr do sol. Acendem-se duas velas de Yom Tov com bênção. Também é costume acender uma vela memorial (ner neshamá) que dure mais de 24 horas, para que dela se possa acender o fogo das velas de Shabat no dia seguinte. No início da refeição festiva, tanto à noite quanto pela manhã, faz-se Kidush. Durante a festa há preces especiais e muitos costumes.
3. Cada lei e costume da festa possui um significado profundo: por exemplo, na noite de Shavuot realiza-se nas sinagogas o Tikun Leil Shavuot — estudo de Torá ao longo de toda a noite. Por que “tikun” [correção]? O objetivo é corrigir o fato de que, no dia do recebimento da Torá, o povo de Israel não despertou cedo nem demonstrou entusiasmo suficiente para aquele momento tão grandioso.
Na oração de Shacharit da festa, na sexta-feira de manhã, os Dez Mandamentos são lidos em todas as sinagogas do mundo. Muitos levam seus filhos — até mesmo bebês bem pequenos — para esse momento especial. É como se o Maamad Har Sinai [a Revelação no Monte Sinai] chegasse novamente até nós, todos os anos.
Há sinagogas em que se costuma ler Meguilat Ruth, muitos têm o costume de ler Tehilim (Salmos), decorar a casa e a sinagoga com vegetação (pois, no recebimento da Torá, o Monte Sinai floresceu com vegetação), além do costume de comer alimentos lácteos, entre muitos outros. Vale a pena estudar, se aprofundar e se preparar.
4. A contagem do Ômer, que começou em Pêssach, termina em Shavuot — e não foi uma contagem técnica. Durante essas sete semanas nós crescemos espiritualmente. Nossos comentaristas explicam que, em Pêssach, saímos do Egito, da escravidão para a liberdade. Mas em Shavuot chegamos ao próximo estágio: recebemos uma identidade. O objetivo da saída do Egito — e, em certo sentido, da própria criação do ser humano — foi completado. Afinal, não saímos de lá apenas para “deixar de ser escravos do faraó”. Saímos para receber a Torá, para nos submeter aos valores corretos e continuar a jornada do deserto, com a Torá, rumo à Terra de Israel.
5. E neste ano a festa vem logo antes do Shabat. São dois dias inteiros de santidade, nos quais não se realiza trabalho. No exterior, o segundo dia é ao mesmo tempo Yom Tov e Shabat. Em Israel, é apenas Shabat. Por isso, neste Shabat, nas sinagogas da Terra de Israel, lê-se a porção mais longa da Torá — Parashat Nassô, do livro de Bamidbar (Números). Nela aprendemos sobre a Bênção dos Cohanim e sobre os preparativos para a continuação da jornada do povo rumo à Terra de Israel.
Que todos nós possamos receber com alegria nossa ligação especial com a Torá. Chag Sameach e Shabat Shalom!
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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