*Tradutor: Yeshayahu Fuks*
Hoje completam-se 4 anos do falecimento de Rabi Uri Zohar. Quis escrever esta manhã algo sobre ele, e também algo em preparação para a Festa da Outorga da Torá [Shavuot]. No fim, os temas se conectam — e se conectam profundamente.
Era possível aprender com ele como receber a Torá. Vou mencionar apenas três coisas extraordinárias que vi:
• Alegria. Ele era uma das pessoas mais felizes que conheci. “Eu sou o homem mais feliz do mundo”, costumava dizer sentado em seu apartamento simples, “e também o homem mais rico do mundo. Porque não existe nada que eu queira — e eu não tenha”. Era uma alegria interior, que não precisava de nenhuma aprovação externa. O diretor e ator mais famoso (que ele foi no passado) já não precisava mais de aplausos nem de curtidas para se alegrar.
• Aproveitamento do tempo. Como mencionado, ele não era uma pessoa tensa ou nervosa — muito pelo contrário. Mas cada hora era medida para ele, cada minuto era calculado. Quando estudar, com quem estudar, para quem telefonar, quem encontrar. O que era mais importante fazer naquele exato momento. Eis um exemplo: certa vez cheguei à sua casa para entrevistá-lo. Ele foi extremamente simpático e caloroso com a equipe de filmagem, mas no instante em que terminamos — voltou a estudar. “Desculpem”, sorriu, “perdi quarenta anos; preciso recuperar o tempo”.
• Refinamento das qualidades pessoais. Ele não tinha vergonha de falar sobre a “fera” dentro dele, que no passado o controlava. Trabalhou arduamente para domesticar esse animal que existe dentro de cada um de nós. Seria possível escrever livros inteiros sobre a maneira como conseguiu vencer, por exemplo, a característica da raiva. Nos primeiros anos depois de retornar ao judaísmo, havia uma caixa de tsedacá [caridade] em sua casa. Toda vez que gritava com alguém da família, colocava dinheiro na caixa. Os filhos se lembram disso. A raiva desapareceu.
Quatro anos desde o falecimento do homem que nos ensinou que nunca é tarde para mudar. Que possamos também nós melhorar um pouco mais e receber a Torá.
Em sua memória.
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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