*Tradutor: Yeshayahu Fuks*
Seis palavras na porção da Torá desta semana (lida em Israel), Parashat Shelach, revelam um grande segredo: dez dos doze espiões enviados à Terra de Israel retornam ao povo, no deserto, desanimados. Segundo eles, não havia motivo para continuar a jornada rumo à Terra de Israel. Ao descreverem o encontro com os habitantes da terra, disseram:
“Aos nossos próprios olhos parecíamos gafanhotos — e assim também parecíamos aos olhos deles.”
Ou seja: nós nos vimos como gafanhotos, e por isso também fomos vistos dessa forma pelos moradores da terra. Estávamos sem autoconfiança, convencidos de que éramos pequenos, fracos e sem chances — e foi exatamente assim que as pessoas que encontramos nos enxergaram.
A forma como nos vemos é a base de tudo. Ela se projeta para fora. Se nos enxergarmos como pessoas de valor e propósito, se sairmos para o mundo com otimismo, visão e fé, é assim que também seremos vistos em retorno.
Isso é verdade diante dos nossos filhos, no ambiente de trabalho, na sociedade e também no plano nacional, como povo e como país.
Vale a pena refletir: em quais situações nos vemos como gafanhotos? E será que podemos nos enxergar de outra maneira, ajudando também o mundo a nos olhar de forma melhor?
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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