⚠️ Uma fonte próxima à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou que Teerã deverá aumentar a pressão e as ações de intimidação contra os países do Golfo nas próximas semanas. Segundo essa fonte, autoridades iranianas avaliam que acontecimentos internos nos Estados Unidos, incluindo as celebrações do 250º aniversário da Independência americana e as eleições de novembro, estão tornando o governo Trump mais sensível à instabilidade regional.
De acordo com a fonte, cresce dentro da Guarda Revolucionária a avaliação de que os contatos com os americanos têm como principal objetivo preservar a situação atual: sem ataques, mas também sem o fim do bloqueio de sanções. As fontes acrescentaram que a escassez de combustível e dinheiro dentro do Irã está piorando, aumentando a pressão sobre o regime.
Uma fonte ligada à Guarda Revolucionária declarou:
“Quanto mais a situação econômica do Irã se deteriorar, maior será a pressão no Golfo. Se não houver dinheiro e não houver progresso com os americanos, o outro lado precisa sentir o preço.”
⚠️ Mohammad Jafar Assadi, vice-chefe do Comando Militar Central Khatam al-Anbiya do Irã, afirmou:
“Os Estados Unidos exigem nossa rendição total, e a nação iraniana jamais se renderá. Sem rendição, a guerra é inevitável.”
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que forças americanas incapacitaram o petroleiro M/T Lexie, de bandeira de Botsuana, após a embarcação ignorar repetidos avisos enquanto navegava em direção à Ilha de Kharg, no Irã.
Segundo o CENTCOM, uma aeronave americana disparou um míssil Hellfire contra a sala de máquinas do navio depois que a tripulação deixou de obedecer às instruções durante um período de 24 horas.
O CENTCOM informou que começou a implementar um bloqueio ao tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos em 13 de abril. Desde então, as forças americanas teriam incapacitado seis embarcações comerciais e redirecionado outras 122, enquanto o cessar-fogo com o Irã permanece em vigor.
♟️ Análises que circulam em meios políticos e estratégicos dos Estados Unidos afirmam que a atual campanha de pressão contra o Irã está sendo conduzida como um esforço de ampla coalizão envolvendo Israel, Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Arábia Saudita e outros parceiros regionais.
Segundo essa avaliação, o Irã enfrenta um isolamento estratégico crescente, sem aliados dispostos a desafiar diretamente a postura naval liderada pelos Estados Unidos no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz.
A análise também afirma que países europeus estão aumentando gradualmente seu apoio às operações de segurança marítima. De acordo com essa avaliação, a estratégia de coalizão explica o ritmo mais lento das negociações e da pressão militar, ao mesmo tempo em que evita ações que poderiam enfraquecer o apoio dos países do Golfo devido ao temor de represálias contra instalações petrolíferas.
✈️ Cerca de 60 aviões-tanque da Força Aérea dos Estados Unidos, incluindo modelos KC-135 e KC-46, permaneceriam estacionados no Aeroporto Ben Gurion, enquanto outros 16 a 18 estariam posicionados no Aeroporto Ramon, próximo a Eilat.
Relatos indicam que os Estados Unidos solicitaram autorização para manter essas aeronaves em Israel até o final de 2027.
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