P. 141, 142, 143
P. 141 – NÃO COMER O SEGUNDO DÍZIMO DE CEREAIS QUE NÃO FOI RESGATADO (NÃO TEVE PIDIÓN) FORA DE JERUSALÉM
A proibição (mitsvát lô taassê) número cento e quarenta e um (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de comer o maassêr sheni (segundo dízimo) de cereais fora de Jerusalém.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Mas não te será permitido comer em tuas cidades o dízimo de teus cereais” (Devarím/Deuteronômio, 12:17).
A punição por comer o maassêr sheni (segundo dízimo) que não foi resgatado (não teve pidión) é a pena de malkut (chicotadas) [só quando há advertência prévia e duas testemunhas, etc., após julgamento em um Beit Din — na época do Beit Hamicdash], de acordo com a explicação expressa no final de Macot, ou seja, se ele for comido fora de Jerusalém depois que tenha “visto a fachada do Templo”, ou seja, depois que ele tenha sido levado para dentro das muralhas de Jerusalém. Isto está expresso no Talmud: “A partir de quando se fica sujeito à penalidade de malkut (chibatadas)? A partir do momento em que ele ‘vir a fachada do Templo’”.
P. 142 – NÃO CONSUMIR O SEGUNDO DÍZIMO DE VINHO QUE NÃO FOI RESGATADO (NÃO TEVE PIDIÓN) FORA DE JERUSALÉM
A proibição (mitsvát lô taassê) número cento e quarenta e dois (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de consumir o Maassêr Shení (segundo dízimo) de vinho fora de Jerusalém.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Mas não te será permitido comer em tuas cidade o dízimo de teus cereais e de teu mosto” (Devarím/Deuteronômio, 12:17).
A pena de malkut (chicotadas) [só quando há advertência prévia e duas testemunhas, etc., após julgamento em um Beit Din — na época do Beit Hamicdash]. é a punição por consumi-lo, desde que isso seja feito nas mesmas condições que no caso do dízimo dos cereais.
P. 143 – NÃO CONSUMIR O SEGUNDO DÍZIMO DE AZEITE QUE NÃO FOI RESGATADO (NÃO TEVE PIDIÓN) FORA DE JERUSALÉM
A proibição (mitsvát lô taassê) número cento e quarenta e três (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de consumir o Maassêr Shení (segundo dízimo) de azeite fora de Jerusalém.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Mas não te será permitido (…) e de teu azeite” (Devarím/Deuteronômio, 12:17). Consumi-lo é punido com a pena de malkut (chicotadas) [só quando há advertência prévia e duas testemunhas, etc., após julgamento em um Beit Din — na época do Beit Hamicdash]., desde que seja feito nas mesmas condições que no caso do dízimo dos cereais.
Se você está surpreso por contarmos as proibições relativas aos dízimos de cereais, da vindima e do azeite como três mandamentos, você deve saber que aquele que comer os três ao mesmo tempo está sujeito a uma pena de malkut (chicotadas) por cada um deles, pois a proibição expressa neste versículo (“Não te será permitido comer em tuas cidades o dízimo de teus cereais, e de teu mosto, e de teu azeite”) não é um lav shebiklalut [uma proibição negativa geral (ver o nono fundamento)], pelo qual não se aplica a penalidade de a pena de malkut (chicotadas). Ao contrário, este texto indica uma divisão. Está explicitamente dito na Guemará de Macot: “Se alguém comer do dízimo de cereais, de vinho, e de azeite, ele estará sujeito a um castigo por cada um deles separadamente. Mas aplica-se pena de malkut (chicotadas) por uma proibição coletiva? O texto é redundante. Veja bem: na Torá já estava dito ‘E comerás diante de D’us, teu D’us (…) o dízimo do teu grão, teu mosto, e teu azeite’ (Devarím/Deuteronômio, 14:23), então por que ela os expõe de novo, detalhadamente? Deve ser para estabelecê-los separadamente.
A Guemará de Macot diz: “Veja bem: se já estava escrito ‘E comerás diante de D’us, teu D’us (…) o dízimo de teu grão, teu mosto, e teu azeite’, não poderia o Todo Misericordioso ter simplesmente dito o seguinte: ‘Não deves comê-los dentro de teus portões’? Que outro objetivo poderia Ele ter ao enunciá-los novamente, em detalhe, a não ser o de enfatizar separadament
e a proibição relativa a cada caso?”
Assim, foi esclarecido que cada um dos assuntos mencionados neste versículo é objeto de um “Lô taassê” (proibição) diferente. Voltarei a este assunto e complementarei o exame das outras proibições expressas neste versículo.
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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