M. 22, P. 67, M. 35, P. 83, 84
M. 22 – A GUARDA DO SANTUÁRIO [Shemirát Hamikdash]
A mitsvá número vinte e dois (do Sefer Hamitsvót) é o Mandamento Divino de manter a guarda ao Santuário e a vigiá-lo todas as noites e durante toda a noite, e dessa forma honrá-lo, exaltá-lo e glorificá-lo.
[A FONTE NA TORÁ] Este mandamento está expresso em Suas palavras (louvado seja!) [onde D’us ordena] a Aharón: “E tu, e teus filhos contigo, estareis [de prontidão] diante do Ohel Moêd (Santuário)” (Bamidbár/Números, 18:2), ou seja, você deverá manter a guarda no Santuário para sempre. Este mandamento (mitsvá) também é encontrado sob outra forma: “E manterão o serviço da guarda do Ohel Moêd (Santuário)” (Bamidbár/Números, 18:4).
E está escrito no Sifrí: “‘Tu, e teus filhos contigo, estareis diante da tenda do testemunho’: os Cohanim [do lado de] dentro e os Leviím [do lado de] fora”— ou seja, eles devem guardar e vigiar o Santuário e ao redor dele.
A Mechílta diz: “‘E manterão o serviço da guarda do Ohel Moêd (Santuário)’ nos dá apenas um mandamento (mitsvát assê). De que maneira sabemos que há uma proibição (mitsvát lô taassê) envolvida também? Na Torá está ecrito: ‘E mantereis o serviço da guarda da santidade’” (Bamidbár/Números, 18:5) [veja proibição (mitsvát lô taassê) 67]. Fica, assim, claro que a guarda do Santuário constitui um mandamento (mitsvát assê).
No mesmo lugar lemos: “Engrandece o Santuário que haja guardas nele, porque um palácio que tem guardas é diferente de um palácio que não os tem”, e é sabido que palácio (palterin) é um nome para o Santuário. O significado disto é que se exalta e se glorifica o Santuário ao se designar guardas para vigiá-lo.
Todas as normas deste mandamento (mitsvá) estão explicadas nos Tratados talmúdicos de Tamid (primeiro capítulo) e Midot.
P. 67 – NÃO INTERROMPER A VIGILÂNCIA DO SANTUÁRIO
A proibição (mitsvát lô taassê) número sessenta e sete (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de interromper a vigilância do Santuário, que deve ser continuamente patrulhado durante toda a noite.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “E fareis o serviço (ush’martem) da guarda da santidade” (Bamidbár/Números, 18:5). Nós já explicamos, ao tratar do mandamento (mitsvát assê) 22, que manter vigilância e patrulhar o Santuário é uma mitsvát assê (mandamento) e aqui mostraremos que negligenciar isto é infringir um “Lô taassê” (proibição). A Mechílta diz: “‘E farão o serviço da guarda da tenda da assinação’ (Bamidbár/Números, 18:4) é apenas uma mitsvát assê (mandamento); de que modo concluímos que há um “Lô taassê” (proibição)? Pelas palavras das Escrituras (Torá): ‘Fareis o serviço da guarda da santidade’”.
As normas deste mandamento estão explicadas no início de Tamid e Midot.
M. 35 – O ÓLEO DA UNÇÃO DO COHEN GADOL [Shémen Hamish’chá]
A mitsvá número trinta e cinco (do Sefer Hamitsvót) é o Mandamento Divino de ter um óleo de azeite feito para nós de acordo com uma composição específica, pronto para a unção de todo Cohen Gadol que venha a ser designado.
[A FONTE NA TORÁ] Conforme [D’us, na Torá, nos] diz: “E o Cohen Gadol, entre seus irmãos, sobre cuja cabeça for derramado o óleo da unção [shemen hamish’chá]” (Vayicrá/Levítico, 21:10). Com esse óleo também se deveria ungir alguns dos reis (só os descendentes de David), como está explicado nas normas deste mandamento (mitsvá) [Veja também mitsvát lô taassê 84].
O Mishcán (Templo pré-fabricado do deserto) e todos os seus utensílios foram ungidos com este óleo, mas os utensílios não serão ungidos com ele no futuro, pois o Sifrí diz explicitamente: “Com a unção destes” – ou seja, dos utensílios do Mishcán (Templo pré-fabricado do deserto) – “todos os utensílios [futuros] já foram santificados para sempre”, como Ele disse, (louvado seja!): “Óleo de unção de santidade será este para Mim por vossas [futuras] gerações” (Shemot/Êxodo, 30:31).
Os detalhes deste mandamento (mitsvá) estão explicados no início de Keritút.
P. 83 – NÃO FAZER ÓLEO IGUAL AO ÓLEO DE UNÇÃO
A proibição (mitsvát lô taassê)
número oitenta e três (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de fazer óleo igual ao óleo de unção.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “E da mesma composição não fareis outro como ele” (Shemót/Êxodo, 30:32).
A punição pela contravenção voluntária desta proibição é a carêt (castigo Divino que afeta profundamente a conexão da alma com D’us e encurta a vida), como está nas Escrituras (Torá): “Todo homem que fizer semelhante a ele (…)” (Shemót/Êxodo, 30:33). Se o pecado for cometido involuntariamente, o transgressor deve levar uma chatát kevuá (trazer um sacrifício específico de pecado).
As normas deste mandamento estão explicadas no primeiro capítulo de Keritút.
P. 84 – NÃO UNGIR NINGUÉM A NÃO SER OS COHANIM GUEDOLIM E OS REIS COM O ÓLEO DE UNÇÃO PREPARADO POR MOISÉS
A proibição (mitsvát lô taassê) número oitenta e quatro (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de ungir qualquer outra pessoa a não ser os Cohanim Guedolim e os reis com o óleo de unção que Moisés preparou.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Sobre carne de homem não será untado” (Shemót/Êxodo, 30:32). Ficou claro que todo aquele que deliberadamente se ungir com óleo de unção está sujeito à carêt (castigo Divino que afeta profundamente a conexão da alma com D’us e encurta a vida), como está prescrito nas palavras: “E que usá-lo em um estranho, será exterminado de seu povo” (Shemót/Êxodo, 30:33); e que todo aquele que o fizer involuntariamente deve levar uma chatát kevuá (trazer um sacrifício específico de pecado).
As normas deste mandamento estão explicadas no início de Keritút.
nta e seis (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de remover as varas das argolas da Arca.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “E nas argolas da Arca estarão as varas; não se tirarão dela” (Shemót/Êxodo, 25:15). A punição pela contravenção é a pena de malkut (chicotadas) [só quando há advertência prévia e duas testemunhas, etc., após julgamento em um Beit Din — na época do Beit Hamicdash].
No final de Macot, ao enumerar os transgressores que estão sujeitos à pena de malkut (chicotadas), os Sábios perguntam: “Por que não incluir também aquele que remover as varas da Arca, já que essa proibição está expressa nas palavras ‘Não se tirarão dela’?” Assim, foi esclarecido que este é um “Lô taassê” (proibição), e a punição por sua transgressão é a pena de malkut (chicotadas).
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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