Num grupo teológico em que a principal figura é um “messias escondido” desde o século 13 e que continua vivo, “esconder” o líder atual, esteja vivo ou esteja morto, faz todo o sentido. Para a população xiita, um líder que não se vê, um líder que não se ouve, em nada é diferente de um Messias que não se vê e não se ouve. Há um bônus adicional: um líder morto que foi escondido não pode ser morto novamente. De fato, pode viver para sempre, como o Messias xiita. Um líder morto pode emitir as ordens que o poder quiser.
É absolutamente improvável que Israel ataque o funeral de Ali Khamenei, mas não se pode colocar no mesmo grau uma ação do ISIS – Estado Islâmico.
Um comentário de um sujeito, na publicação do G1 sobre o funeral, me chamou a atenção: “Mulheres que não têm liberdade, chorando por um ditador que as oprime”. Mas isso é uma visão ocidental. Alguém pode imaginar que as mulheres muçulmanas, obrigadas ao véu, à burca e a outros banimentos e proibições sociais, sintam-se realmente oprimidas ou sentem-se realizadas com sua própria religião?
Na foto, temos um Araghchi com cara de bunda olhando para o Ghalibaf aos prantos falsos. O que você acha que o Ministro das Relações Exteriores estava pensando?
(a) Ghalibaf merece um Oscar!
(b) Tá muito exagerado, meu amigo…
(c) Como é que ele consegue fazer isso?
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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