*Tradutor: Yeshayahu Fuks*
No início da porção da Torá desta semana, vemos o sacerdote Elazar ensinando ao povo uma determinada halachá (lei judaica). Isso surpreende, porque até então era Moshê Rabênu quem transmitia toda a Torá, desde que desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei. Por que, desta vez, não foi ele?
Porque Moshê se irou com o povo por causa de um determinado pecado e, por isso, esqueceu essa lei. Sobre esse episódio, Rashi escreve:
“Quando alguém entra em estado de ira, entra também em estado de erro.”
A raiva, mesmo quando é justificada — e mesmo no caso de Moshê Rabênu, em um episódio único — leva a pessoa a errar, esquecer, confundir-se e perder a clareza.
Nossos comentaristas chamam a atenção para esse pequeno, mas importante, episódio da Torá: a raiva não é apenas um traço negativo. Ela nos faz perder o autocontrole, o discernimento e a sabedoria. Faz com que tomemos decisões e pratiquemos atos dos quais depois nos arrependemos.
Somos chamados a agir com alegria, serenidade, confiança em D’us e tranquilidade de espírito. A raiva produz exatamente o efeito contrário: ela nos tira o equilíbrio e prejudica nossa capacidade de agir corretamente.
Como é importante saber reconhecer esse sentimento, ter a humildade de dizer: “Desculpe, estou com raiva agora”, e fazer uma pausa.
Que nunca cheguemos ao estado de ira, para que nunca cheguemos ao estado de erro.
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never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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