*O Hamas é um culto genocida da morte.*

Documentos recentemente descobertos do líder do Hamas morto, Yahya Sinwar — mentor dos ataques de 7 de outubro — revelam a profundidade de sua perversidade e o quanto ele conscientemente conduziu Gaza rumo à catástrofe. Anotações manuscritas, elaboradas um ano antes do ataque, mostram que Sinwar previa uma grande contraofensiva israelense, chegando a especular, em suas próprias palavras, sobre a possibilidade de uma resposta nuclear israelense contra Gaza.

Apesar da incerteza sobre se o Irã ou o Hezbollah entrariam na guerra, ele delineou um plano para mobilizar até 10 mil terroristas de Gaza com o objetivo de tomar comunidades israelenses, massacrar ou expulsar civis, fazer reféns e travar o que descreveu como uma batalha de vida ou morte. Essas anotações são consistentes com outros documentos anteriormente encontrados no arquivo de Sinwar, que detalham sua intenção de empregar extrema brutalidade para maximizar o terror, o medo e o trauma psicológico entre os israelenses.

As implicações são claras. O Hamas cometeu crimes contra a humanidade não apenas contra os israelenses, mas também contra o povo palestino. Utilizando táticas semelhantes às do Estado Islâmico (ISIS), a organização lançou deliberadamente um ataque que foi muito além de qualquer objetivo militar concebível, plenamente consciente de que provocaria uma resposta israelense devastadora.

Os delírios de Sinwar eram igualados apenas por seu cinismo. Ele compreendia que Israel possuía capacidade militar para devastar Gaza, mas escolheu deliberadamente um caminho destinado a provocar exatamente esse resultado. O Hamas lançou um ataque intencionalmente genocida, prevendo que Israel lutaria por sua sobrevivência e planejando explorar a destruição resultante como uma grande campanha de propaganda internacional. Ao fazer isso, o Hamas conscientemente sacrificou mais de dois milhões de palestinos em busca de seus objetivos ideológicos.

Esse fato, por si só, deveria levar à rejeição imediata, incondicional e inequívoca do Hamas por qualquer pessoa que realmente afirme defender os direitos dos palestinos. Também deveria eliminar qualquer dúvida de que o extremismo islamista representa uma ameaça existencial não apenas para Israel, mas também para o futuro do próprio povo palestino.

Uma liderança que conscientemente conduz sua própria população a uma guerra catastrófica em busca de ganhos políticos abandonou qualquer legitimidade moral para representá-la. Quando se é o lado mais fraco diante de uma força militar muito mais poderosa, a primeira obrigação é proteger o próprio povo — e não apostar suas vidas em fantasias apocalípticas e campanhas cínicas de propaganda.

O Hamas fez exatamente o contrário. Traiu tanto israelenses quanto palestinos. Os responsáveis pelos ataques de 7 de outubro não são apenas assassinos em massa de israelenses inocentes; são também os arquitetos de um sofrimento incalculável para o seu próprio povo. É assim que a história deve se lembrar deles.

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