*Os palestinos não existem como nação, etnia e, certamente, não como país.*

_O que existe é o palestinismo:_ um culto violento, autodestrutivo e de supremacismo árabe cuja finalidade não é construir um Estado palestino, mas destruir o Estado judeu.

Remova o ódio visceral contra Israel, e toda essa identidade entra em colapso.

Nasceu no que antes era o Mandato Britânico da Palestina? Então a maioria dos judeus israelenses também seria “palestina”.

É um árabe nascido ali? Vá dizer a um druzo ou a um beduíno israelense que ele é palestino. Não recomendo fazer isso de perto.

Possui um passaporte da Autoridade Palestina? Então não existem “refugiados palestinos” nem “diáspora palestina”.

Toda definição supostamente objetiva desmorona sob o menor exame. A única definição consistente é ideológica: palestino é quem adere ao palestinismo — a crença de que a soberania judaica é um erro histórico intolerável e de que Israel deve, em última instância, ser eliminado.

É por isso que todo processo de paz fracassa.

Não é possível negociar o palestinismo para que aceite Israel, porque a rejeição de Israel é o próprio palestinismo.

Não é possível separar o palestinismo da fantasia de lançar os judeus ao mar, porque, sem essa fantasia, nada resta.

Você não derrota o nazismo fazendo paz com o nazismo. Você derrota o nazismo acabando com o nazismo.

O palestinismo merece exatamente o mesmo tratamento.

A desnazificação da Alemanha levou décadas, mas teve êxito. A despalestinização de Gaza e da Judeia e Samaria pode levar ainda mais tempo.

Mas não haverá paz enquanto o palestinismo continuar existindo.

(_Yaroslav Mar, no X)_

Grupo de Noticias Likud Brasil: https://bit.ly/walikudbr

never again

Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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