*O Homem Que Ouviu o Shofar em Código Morse*

Um rabino tocava o shofar para um grupo de pessoas durante o Rosh Hashaná. Entre os ouvintes estava um homem sefardita israelense, descrito na versão original como musculoso e sem quipá.

Assim que o homem ouviu o shofar, começou a chorar intensamente.

O rabino ficou surpreso e perguntou:

“Por que você fica tão emocionado ao ouvir o shofar?”

O homem explicou que havia servido na Marinha israelense a bordo de um submarino, onde a comunicação subaquática era feita em código Morse. Ele havia se tornado excepcionalmente habilidoso nisso — conseguia enviar e decifrar mensagens muito rapidamente.

Após deixar a Marinha, passou um tempo viajando, buscando significado e direção para sua vida. Eventualmente, viu um anúncio de vaga para um especialista em código Morse.

As instruções diziam que os candidatos deveriam chegar entre 10h e 12h.

Ele chegou por volta das 11h50.

Ao entrar na sala de espera, encontrou-a lotada de candidatos. Todos aguardavam a entrevista.

Ele se sentou e ouviu a música ambiente.

Então, algo lhe chamou a atenção.

Graças ao seu extraordinário conhecimento de código Morse, percebeu que a música não era apenas um som ambiente — ela transmitia uma mensagem em código Morse.

A mensagem dizia basicamente:

“Se você veio para a entrevista, abra a porta e entre.”

Então, ele se levantou e caminhou em direção à sala de entrevistas.

Os outros candidatos protestaram:

“Espere! Estávamos aqui antes de você. Você precisa esperar a sua vez!”

Mas o homem entrou direto na sala.

A pessoa que conduzia as entrevistas olhou para ele e, em vez de expulsá-lo, o contratou.

Os outros candidatos ficaram furiosos. Por que alguém que chegou às 11h50 deveria conseguir o emprego se eles haviam esperado muito mais tempo?

O entrevistador explicou o motivo.

A música havia sido deliberadamente codificada com uma mensagem em código Morse. O candidato selecionado era aquele que conseguia ouvi-la e compreendê-la.

Os outros ouviram os mesmos sons, mas não os reconheceram como uma mensagem.

E então a história retorna ao shofar.

O israelense contou ao rabino que foi por isso que começou a chorar ao ouvir o shofar.

De repente, ele compreendeu o shofar de uma maneira diferente.

Para ele, o shofar não estava apenas produzindo um som religioso bonito ou estranho.

Estava transmitindo uma mensagem.

Assim como antes ele havia reconhecido o código Morse quando todos os outros ouviam apenas música, agora ele entendia que o shofar falava à alma humana.

Sua mensagem era essencialmente:

“Abra a porta. Entre. Acorde. Mude. Aproxime-se de D’us.”

E há outra parte poderosa nesse ensinamento.

Um dos candidatos na sala de espera talvez tenha ouvido o código Morse, mas pensou:

“Ninguém mais está se levantando, então eu também não vou.”

A história mostra que isso não é desculpa. Se você reconhece a mensagem, precisa responder a ela, independentemente do que os outros estejam fazendo.

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Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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