*David Ben-Gurion estava em Jerusalém e pediu aos árabes que criassem seu próprio Estado e se encontrassem com os judeus como iguais soberanos.*
Não depois da guerra. _Sete meses antes dela._
A ONU ainda não havia votado. Nenhum exército árabe havia cruzado nenhuma fronteira. Os britânicos ainda governavam.
Ben-Gurion admitiu que os árabes se recusavam até mesmo a sentar-se à mesma mesa que os judeus. Mas ele fez a oferta mesmo assim:
_“Faremos tudo ao nosso alcance para manter a paz e estabelecer uma cooperação benéfica para ambos. É agora, aqui e agora, da própria Jerusalém, que um apelo deve ser feito às nações árabes para que unam forças com o judaísmo e o futuro Estado Judeu (independente) e trabalhem lado a lado pelo nosso bem comum, pela paz e pelo progresso de iguais soberanos.”_
Seis semanas depois, a ONU recomendou dois Estados. *O Alto Comitê Árabe disse não. Em maio de 1948, cinco exércitos árabes invadiram para aniquilar o Estado cujo presidente acabara de lhes pedir parceria.*
As pessoas que partiram durante aquela guerra são agora descritas como vítimas de um plano elaborado pela Agência Judaica.
O plano em discussão naquele outubro era o oposto: tenham seu próprio país, e *aqueles que ficarem no nosso se tornarão cidadãos e juntos construiremos nossos países como iguais.**
Os árabes o ouviram e, então, escolheram a guerra.”
*N/E*: *Os árabes da região da Palestina (até então sob o mandato do Império Britânico e antes sob o domínio do Império Turco Otomano por séculos…) que decidiram escutar os apelos de tantos líderes judeus, inclusive David Ben-Gurion, e permaneceram em suas casas *apesar das ameaças* de 5 países árabes (4 vizinhos, Egito, Jordânia, Líbano e Síria) além do Iraque (que não faz fronteira com Israel) de que iriam destruir o recém independente Estado de Israel com seu desejo declarado de “jogar os judeus ao mar”.
Estes se tornaram cidadãos de Israel, com absolutamente os mesmos direitos civis fundamentais garantidos aos demais cidadãos israelenses, independentemente de religião que qualquer outro independente da sua religião, origem ou etnia, judeus, muçulmanos, cristãos, drusos, ba’hais, beduínos…
Naquela época eram cerca de 160.000 pessoas, hoje por volta de 2.200.000 de cidadãos árabes-israelenses que formam mais de 21% da população de Israel, e apesar disto são 49% dos farmacêuticos, 27% dos Dentistas e Enfermeiros e 25% dos médicos, trabalhando diariamente lado a lado com judeus.
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Obrigado
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
worldjornalistaandrehmendan.online
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