Ao saber que foi escolhida para receber o Prêmio Nobel da Paz 2026, a jurista sul-africana Navi Pillay se disse surpresa com a premiação.

Afinal ela não só representa o país que entrou com a acusação contra Israel por genocídio, como a ex-juiza da TPI está sendo premiada por ter, em setembro do ano passado, na ONU, supervisionado a publicação de um relatório da Comissão de Inquérito que concluiu que Israel cometeu genocídio em Gaza e que altos funcionários israelenses, incluindo o premiê, incitaram esses atos.

Foi ovacionada no Palácio de Justiça de Nuremberg, na Alemanha, onde participava de um congresso sexta-feira (9).

Trump apertou as sanções contra o TPI ao qual chamou de “tribunal desonesto”. Já o tribunal, acusa os EUA “de minar o Estado de Direito internacionalmente.”

A desonestidade vem do FATO do TPI não seguir seu próprio estatuto e emitir condenações e ordens internacionais de prisão para cidadãos de países não membros. É a instância máxima do ativismo judicial que não segue leis.

Quem sabe, em 2027, a comissão do Nobel não dá um Prêmio Póstumo para Adolf Eichmann…

 Compartilhe. A verdade sobre o TPI precisa ser contada.
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never again

Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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