O grupo, ligado ao Paradigm Project, ia estudar a famosa abordagem Reggio Emilia de educação infantil — método amplamente usado em pré-escolas judaicas. Mas, antes da viagem, pediram que assinassem um texto dizendo: “Eu me distancio da ocupação de Gaza e da violação dos direitos das crianças e dos seres humanos nos territórios ocupados, bem como em todos os lugares do mundo”.
A pressão começou com pais ligados à Reggio Children, que se opuseram à chegada da delegação por causa da ligação dos participantes com Israel e o IDF. Houve até protesto organizado especificamente contra o grupo, e os perfis pessoais e institucionais dos educadores foram vasculhados e rotulados como pró-Israel.
A organização americana cancelou a viagem, afirmando que, no clima atual, não seria possível ter a experiência de aprendizado esperada. Um diretor de escola judaica descreveu o episódio como “efeito do antissemitismo global”.
Mais um exemplo de como o teste político está invadindo até a educação profissional. Tente entender: professores judeus e escolas judaicas utilizam o sistema “Paradigm” e o sistema “Paradigm” só quer falar aos “judeu boms”, aqueles que odeiam Israel e amam os palestinos, inclusive se forem professores em Israel.
Só existe algo bem educacional para dizer ao sistema Paradigm: “Vão tomar no …”
Compartilhe. A verdade sobre o antissemitismo de esquerda precisa ser contada.
— Canal Likud Brasil: https://bit.ly/walikudbr
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
worldjornalistaandrehmendan.online
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