M. 181, P. 309, 298, M. 184
M. 181 – EGLÁ ARUFÁ
A mitsvá número cento e oitenta e um (do Sefer Hamitsvót) é o Mandamento Divino de quebrar o pescoço de uma bezerra se encontrarmos em um campo o corpo de um homem assassinado, e se não se souber quem foi o assassino.
[A FONTE NA TORÁ] Este mandamento está expresso em Suas palavras (louvado seja!): “Quando for achada uma pessoa assassinada, caída no campo (…)” (Devarím/Deuteronômio, 21:1). Esta é lei de quebrar o pescoço de uma bezerra.
Suas normas estão explicadas no último capítulo do Tratado do Talmud de Sotá.
P. 309 – NÃO LAVRAR UM VALE NO QUAL
TENHA SIDO REALIZADO O RITUAL DE EGLÁ ARUFÁ
A proibição (mitsvát lô taassê) número trezentos e nove (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina somos proibidos de lavrar ou cultivar um vale virgem no qual se tenha destroncado o pescoço de uma bezerra [ver mitsvá 181].
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Que não se lavra nem se semeia” (Devarím/Deuteronômio, 21:4). A contravenção a esta proibição é punida com a pena de malkut (chicotadas) [só quando há advertência prévia e duas testemunhas, etc., após julgamento em um Beit Din — na época do Beit Hamicdash]..
A Guemará de Macot, ao enumerar as transgressões puníveis com a pena de malkut (chicotadas), diz: “Por que não incluir também aquele que semeia em um ‘vale virgem’, já que a proibição necessária está expressa nas palavras ‘Que não se lavra nem se semeia’?” Dessa forma, fica claro que este é apenas um “Lô taassê” (proibição), e que sua desobediência é punida com a pena de malkut (chicotadas).
As normas deste mandamento estão explicadas no final de Sotá.
P. 298 – NÃO DEIXAR OBSTÁCULOS EM
PROPRIEDADES PÚBLICAS OU PRIVADAS
A proibição (mitsvát lô taassê) número duzentos e noventa e oito (do Sefer Hamitsvót) é a Proibição Divina de deixar obstáculos ou empecilhos em propriedades públicas ou privadas para que não causem acidentes fatais.
[A FONTE NA TORÁ] Esta proibição Divina está expressa em Suas palavras (louvado seja!): “Para que não ponhas culpa de sangue em tua casa” (Devarím/Deuteronômio, 22:8). Sobre isso o Sifrí diz: “‘Farás um parapeito’ (Devarím/Deuteronômio, 22:8) é uma mitsvát assê (mandamento) [ver mitsvá 184]; ‘Para que não ponhas culpa de sangue em tua casa’ é um “Lô taassê” (proibição)”.
As normas deste mandamento estão explicadas no primeiro capítulo de Shekalim no Talmud de Jerusalém e em vários trechos de Nezikin.
M. 184 – ELIMINAR O PERIGO DE NOSSAS MORADIAS [Maakê]
A mitsvá número cento e oitenta e quatro (do Sefer Hamitsvót) é o Mandamento Divino de eliminar todos os obstáculos e possibilidades de perigo dos lugares em que vivemos: ou seja, construir muros ou parapeitos nos telhados, poços, fossos e similares, para que ninguém caia neles ou deles. Da mesma forma, toda estrutura perigosa deve ser reconstruída ou consertada a fim de afastar todo tipo de perigo.
[A FONTE NA TORÁ] Este mandamento está expresso em Suas palavras (louvado seja!): “Farás um parapeito no teu telhado” [maakê] (Devarím/Deuteronômio, 22:8), a respeito das quais diz o Sifrí: “‘Farás um parapeito no teu telhado’ é um mandamento (mitsvát assê)”.
As normas deste mandamento (mitsvá) estão explicadas no Tratado do Talmud de Baba Káma.
never again
Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil! ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
worldjornalistaandrehmendan.online
#נדרהמנדהה #Israel #andrehmendanhanettodasilva #jornalismo #judaísmomessiâniconãoexiste
Deixe um comentário