*TENTE ENTENDER O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA JUDEIA E SAMÁRIA E COMO SÃO MONTADAS AS NOTÍCIAS DE “VIOLÊNCIA DE COLONOS” QUE, INCLUSIVE, TODA A MÍDIA ISRAELENSE PUBLICA.*

Está havendo uma campanha coordenada intitulada “Terrorismo dos Colonos Judeus”. Existem vários aspectos a serem considerados. O primeiro é a mentira como arma de guerra, que sempre vai funcionar e só poderia ser derrotada se as mídias israelenses entendessem isso. Vamos ver várias instâncias.

1) A mídia israelense não publica os relatórios semanais da Magen David Adom sobre os ataques palestinos contra os colonos judeus, estimados em 10 por dia em média.

2) Dois dias atrás, todo um rebanho de ovelhas foi roubado de uma fazenda de colonos judeus. Eles foram até o curral do palestino, onde elas estavam (são marcadas), e retomaram sua propriedade. A notícia nos jornais Maariv e Haaretz foi “Colonos judeus roubam ovelhas de palestino”, invertendo a ação. No meio da confusão da retomada, os colonos levaram algumas cabras do palestino. Soldados das FDI pegaram as cabras e as devolveram. Invadir a casa do ladrão para retomar a propriedade roubada é publicado como terrorismo judeu!

3) As várias ações com confrontos sobre a questão da colheita de azeitonas são produzidas por ativistas judeus de esquerda norte-americanos, principalmente, vão cheios de câmeras. Provocam colonos judeus, provocam soldados até existir uma reação violenta, que é filmada e publicada como ações violentas e terroristas dos judeus.

4) Palestinos mascarados, munidos de fundas (lembra do Rei Davi? Eles usam muito e é uma arma mortal), atacam colonos judeus quando eles estão dentro da área judaica e recuam para a área palestina quando os colonos reagem. As filmagens só mostram colonos partindo para cima de palestinos, MAS ELES ESTÃO REAGINDO ÀS PEDRAS QUE FORAM LANÇADAS SOBRE ELES.

5) Ontem, dois casos bizarros. Uma “comitiva” não autorizada de alguns diplomatas europeus em três veículos do corpo diplomático belga diz ter sido interceptada por colonos que pediram documentos deles. Depois, o veículo teria sido apedrejado, todos os vidros quebrados e o prefeito de uma cidade francesa, Bernard Baudoux, vestindo sua ridícula faixa cerimonial, retirado do carro e agredido (na foto). Estavam lá o cônsul da Bélgica, um diplomata francês, um polonês e o tal prefeito. Os nomes dos outros não foram divulgados. A foto, do “prefeito ferido pelos terroristas judeus”, circulou o mundo e gerou uma condenação oficial da União Europeia. Mas veja a foto com atenção. Não há um arranhão no carro e os vidros não foram quebrados por pedradas, como as “vítimas” publicaram. Óbvia ação de criação de fake news.

É intrigante que as mídias não nomeiem e identifiquem a vítima falsa. Então vejamos. Bernard Baudoux, 78, político de esquerda, prefeito da comuna de Aulnoye-Aymeries, localizada no norte da França, um buraco com menos de 9.000 habitantes. Uma vila de merde. Disse ter sido espancado com barras de ferro, também sem imagens e miraculosamente sem qualquer ferimento.

6) Muito parecida com um vídeo postado pelo deplorável Thiago Ávila, com o título “Sionistas Atacam Escritório de Campanha”. Mostra 3 ou 4 judeus de Higienópolis reclamando com ele, em ocasiões distintas, quando ele chamava os judeus de genocidas, pedófilos e canibais (isso mesmo, canibais). Reclamar das merdas que ele fala é um “ataque sionista”. Em outra ocasião mais antiga, também na Cisjordânia, uma comitiva europeia semelhante saiu intencionalmente do roteiro aprovado pelas FDI, entrando em uma área perigosa. Alguns soldados deram tiros de aviso para o ar, para alertar a comitiva, e a notícia foi: “Tropas de Israel atacam diplomatas da UE”.

7) Por fim, temos o caso da fotógrafa Heidi Levine, 63, do freelancer do Washington Post. Ela estava numa daquelas ações de militantes americanos e palestinos para provocar colonos. Muitas câmeras. Segundo ela, ficou no chão, sendo chutada por 10 minutos, sem que uma só câmera filmasse isso. A mentira é a “arma do negócio”.

Curiosamente, Heidi Levine, judia, mora em Israel desde 1983, não é cidadã, mas seus filhos nasceram lá. É uma jornalista especificamente isenta e não é, ou não era, militante pró-palestina. Judia americana de longa residência em Israel, com laços pessoais profundos com o país, e seu trabalho e declarações públicas historicamente priorizam a documentação equilibrada e a coexistência.

Temos vários amigos que estão já absolutamente convencidos sobre o terrorismo judaico contra os palestinos na Cisjordânia, que são apenas vítimas inocentes. A mídia em Israel precisa corrigir o rumo, rapidamente.

 Compartilhe. A verdade sobre A Judeia e Samária precisa ser contada.
— Canal Likud Brasil: https://bit.ly/walikudbr
never again

Shabat shalom/Chaverim, é da maior importância que leiamos e assinemos a proposta legislativa acima, que ainda conta com apoio restrito, mas que facilitará enormemente a vida dos Judeus no Brasil!  ASSINEM! APÓIEM!!!! DIVULGUEM!!!!
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